- O dono da SAF Botafogo, John Textor, afirmou que pagará do próprio bolso a dívida com o Atlanta United para encerrar o transfer ban de três janelas.
- A dívida é pela compra de Thiago Almada, punida pela Fifa em 2024.
- Investidores por trás do aporte seriam da GDA Luma Capital, com US$ 50 milhões destinados a capital de giro; parte do valor seria para quitar juros da Ares, mas o CEO Thairo Arruda recusou a assinatura nos moldes apresentados.
- Justiça do Rio de Janeiro emitiu liminar que impede a SAF Botafogo de realizar vendas de ativos; negociações de Danilo e Montoro estavam em curso.
- Botafogo venceu o Cruzeiro por 4 a 0 na primeira rodada do Brasileirão de 2026, encerrando tabu desde 2016; o próximo desafio é o clássico contra o Fluminense.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, afirmou que pagará a dívida com o Atlanta United com recursos pessoais. O débito envolve a compra de Thiago Almada, em 2024, e levou a um transfer ban de três janelas. A declaração foi feita durante a vitória do Botafogo sobre o Cruzeiro, no Nilton Santos.
O dirigente disse ter buscado aprovações internas para anunciar a resolução já antes da partida. Afirmou que a demora envolve a negociação com a Ares e que cobrará o reembolso para quitar o bloqueio. A medida permitiria a contratação de novos jogadores.
Aporte no Botafogo
Segundo apuração do Lance!, o investimento seria gerido pela GDA LUMA Capital, com gestão de Thairo Arruda contestando a assinatura, o que inviabilizou o acordo até o momento. Textor afirmou que o aporte envolve US$ 50 milhões para capital de giro e para quitar juros da Ares, tornando Hutton e GD Luma credores da Eagle.
Decisão judicial afeta negociações
Uma liminar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro impede a SAF de realizar vendas. A medida chegou enquanto Textor negociava a venda de Danilo e Montoro, destaque na goleada sobre o Cruzeiro. O juiz solicitou esclarecimentos sobre as ações em curso. Textor afirmou que buscará a compreensão judicial sobre o assunto.
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