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Cristiano Ronaldo se recusa a jogar pelo Al-Nassr por discordância com o PIF

Cristiano Ronaldo não atua pelo Al-Nassr por discordância com a gestão do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, considerado insuficiente

Cristiano Ronaldo faz gesto de "roubo" em derrota do Al-Nassr
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  • Cristiano Ronaldo não estará na próxima partida do Al-Nassr contra o Al-Riyadh por discordância com a gestão do clube.
  • O atacante acusa o Al-Nassr de receber aportes insuficientes do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, sobretudo em comparação com rivais sob o mesmo dono.
  • Ele também questiona o tratamento ao Al-Hilal, que vem sendo mais ativo no mercado, com anúncios recentes de reforços.
  • A imprensa saudita afirma que o Al-Nassr pode desembolsar 30 milhões de euros para contratar o jovem Kader Meité, do Rennes.
  • O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita é proprietário de vários clubes, incluindo Al-Hilal, Al-Nassr e Al-Ittihad, além de projetos como NEOM e Newcastle.

Cristiano Ronaldo não esteve entre os relacionados do Al-Nassr para enfrentar o Al-Riyadh na rodada desta segunda-feira. A ausência foi atribuída a uma discordância do jogador com a gestão do clube, segundo o jornal A Bola, que aponta insatisfação com os aportes do PIF.

O atacante questiona a diferença de investimento entre o Al-Nassr e rivais geridos pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, como o Al-Hilal. A reportagem aponta que o time rival tem atuado mais ativamente no mercado.

A cobrança envolve também o tratamento entre clubes sob a mesma gestão, com menção ao desempenho recente do Al-Hilal em aquisições, incluindo Pablo Marí e Darwin Núñez, além de negociações para Karim Benzema no radar.

Disputa com a gestão do PIF

Além disso, o jornal afirma que o Al-Nassr pode sofrer com aportes adicionais, citando a possível contratação de Kader Meité, jovem atacante de Rennes, cuja transferência seria estimada em 30 milhões de euros.

O PIF é um dos maiores fundos soberanos do mundo e atua na propriedade de várias equipes nacionais, incluindo Al-Hilal, Al-Nassr, Al-Ittihad e Al-Ahli, além de investimentos em projetos como NEOM e Newcastle.

A narrativa acompanha o contexto de investimentos no futebol da Arábia Saudita, onde o Governo busca diversificar a economia por meio do esporte, mantendo uma linguagem factual e sem julgamentos.

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