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BAP afirma que cortes nos esportes olímpicos fortalecem o futebol do Flamengo

Presidente do Flamengo afirma que cortes nos esportes olímpicos foram necessários para manter o futebol competitivo, citando a Lei das SAFs como favorecedora de capital externo

Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo (Foto: Reprodução/Flamengo TV)
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  • Bap afirmou que cortes nos esportes olímpicos eram necessários para reforçar o futebol do Flamengo.
  • O presidente criticou a Lei das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), dizendo que prejudica clubes no Brasil.
  • Segundo ele, a legislação facilita a entrada de capital estrangeiro que seria extrativista, distribuindo dividendos e investindo pouco nos clubes.
  • Ele afirmou que, mesmo com conquistas milionárias, o Flamengo não conseguiria ficar no topo do futebol sul-americano sem esses recursos dos cortes nos esportes olímpicos.
  • Bap disse que a campanha envolve o esporte nacional, não apenas o futebol.

O presidente do Flamengo, conhecido como BAP, afirma que cortes nos esportes olímpicos foram necessários para fortalecer o futebol do clube. Segundo ele, a prioridade atual é o desempenho do time rubro-negro, o que, na visão dele, está em conflito com limites impostos pela legislação.

Ele sustenta que a chamada Lei das SAFs cria incentivos que beneficiam estruturas tributárias do futebol gerido por sociedades anônimas, facilitando a distribuição de dividendos ao exterior. Em sua avaliação, esse cenário contrasta com a necessidade de investimento local na formação de atletas e no desenvolvimento esportivo nacional.

Para BAP, mesmo com conquistas recentes e receita estável, não é possível manter o Flamengo no topo do futebol sul-americano sem recursos adicionais oriundos de cortes no esporte olímpico. Alega que a legislação atual permite que o futebol administrado por SAFs opere com carga tributária menor, sem exigir contrapartidas de formação de atletas.

Contexto e crítica à Lei das SAFs

Ele afirma que o modelo favorece o capital externo em detrimento de investimentos no Brasil. A leitura é de que o impacto fiscal reduz o uso de receitas para o aprimoramento de atletas e estruturas competitivas nacionais. O dirigente diz atuar para defender o esporte nacional como um todo, não apenas o futebol.

Alega ainda que o equilíbrio entre modalidades exige ajustes que não estejam apenas ligados ao desempenho de clubes individuais. O posicionamento é apresentado como parte de uma campanha mais ampla pelo fortalecimento do esporte brasileiro dentro de regras que, na visão dele, favorecem o gasto externo em vez de investimentos locais.

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