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São Paulo usa monitoramento avançado para antecipar lesões do elenco

Monitoramento diário com ultrassom, sono e GPS antecipa sobrecargas e reduz lesões, mantendo janeiro sem casos no elenco

São Paulo tem tido cuidado diferente com atletas neste ano (Foto: Divulgação)
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  • São Paulo investe em monitoramento avançado para antecipar lesões: mapeamentos físicos, ultrassom, avaliações diárias da fisiologia e GPS para controlar cargas.
  • Se há sobrecarga, ajustes na dinâmica de treino e novos exames são feitos para evitar problemas futuros.
  • No último mês, o clube teve início de ano livre de lesões, com apenas André Silva em transição física e Ryan Francisco em protocolo.
  • Antes do clássico contra o Santos, Danielzinho e Calleri ficaram poupados por sinal de sobrecarga, com trabalhos individuais.
  • Em 2026, a frequência e o nível de controle aumentaram como parte da prevenção, mantendo a temporada mais estável em relação a lesões.

O São Paulo segue com um monitoramento avançado de atletas em 2026, buscando antecipar lesões. O clube utiliza um protocolo diário para mapear condições físicas, sono e dor, com objetivos de reduzir faltas e manter o elenco em funcionamento.

O trabalho envolve formulários de avaliação, ultrassom e avaliações diárias de fisiologia. Dados de GPS ajudam a medir cargas de treino e esforço, permitindo ajustes quando limites são alcançados.

Historicamente, o DM atuou de forma pouco estável na temporada passada, com mais de 70 casos. A diretoria reformou o planejamento para intensificar o controle e a prevenção.

Intensificação do monitoramento

Caso haja sinais de sobrecarga, a dinâmica de trabalho é ajustada, com exames adicionais e trabalhos individuais. A ideia é manter a preparação, mesmo em janela de compromissos importantes.

O mês de janeiro foi elástico, sem lesões registradas, um feito atípico. No momento, André Silva está em transição física, e Ryan Francisco segue protocolo específico.

Antes do clássico contra o Santos, Danielzinho e Calleri chamaram atenção por sobrecarga muscular. Os dois foram poupados para atividades individuais antes da partida.

Contexto de desenvolvimento

A Cria de Cotia passa por recuperação de LCA sofrida em julho do ano anterior, com previsão de recuperação entre oito e dez meses. A continuidade do monitoramento é central para o planejamento do clube.

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