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FFU afirma que clubes da Série B não tiveram queda de receitas

FFU nega queda de receitas da Série B e aponta crescimento de 50% em 2025; pagamentos até julho e investimentos de R$ 890 milhões feitos há dois anos

Troféu da Série B do Brasileirão (Foto: Junior Souza/CBF)
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  • FFU informou que não houve estagnação nem queda de receitas e que as contas da Série B receberão mais transparência; a nota foi divulgada para esclarecer fatos.
  • 18 clubes da Série B cobraram maior transparência e questionaram possível conflito de interesse entre o FFU e a Live Mode, que negocia direitos de transmissão e é proprietária da Cazé TV.
  • Em 2025, o valor devido a cada clube da Série B foi de R$ 14,3 milhões, com crescimento de mais de cinquenta por cento frente a 2024.
  • O cronograma de pagamentos de 2025 quitou as receitas até julho; cerca de R$ 890 milhões já foram investidos há dois anos por meio da aquisição de parte de direitos comerciais.
  • Para 2026, foi apresentado cronograma de pagamentos e proposta de ajuste de regras para ampliar os valores; a aprovação foi postergada a pedido dos clubes, e as assembleias continuam gravadas e disponíveis para consulta.

O Condomínio Forte União (FFU) respondeu à manifestação de 18 clubes da Série B que cobraram maior transparência nas finanças da competição. A nota nega queda de receitas e destaca avanços na distribuição de recursos. A discussão envolve também a negociação de direitos de transmissão e a relação com a agência Live Mode.

Segundo o documento divulgado, há críticas ao foco do FFU na Série A, com relação aos clubes da elite listados como principais beneficiados. A imprensa destacou a atuação de clubes como Botafogo, Chapecoense, Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Fluminense, Internacional, Mirassol e Vasco.

O FFU afirma que não houve estagnação de receitas e detalha números de 2025. Cada clube da Série B recebeu 14,3 milhões, conforme regras aprovadas por aclamação. O valor representa crescimento de mais de 50% frente a 2024.

Em 2025, a entidade diz ter quitado plenamente as receitas até julho. Além disso, investimentos de cerca de 890 milhões, há dois anos, teriam sido usados para fortalecer o planejamento financeiro dos clubes.

Para 2026, o FFU aponta um cronograma de pagamentos e uma proposta de ajuste de regras com o objetivo de ampliar a distribuição. A aprovação foi, porém, adiada a pedido dos próprios clubes.

Governança e transparência

O Condomínio reforça que as negociações seguem regras estatutárias de governança. Todo o processo envolve deliberação formal, votação e assinatura. Assembleias são gravadas e ficam disponíveis para consulta pelos clubes.

A instituição afirma manter canais de diálogo com os condôminos e continua aberto a ajustes, visando a valorização sustentável do futebol brasileiro e de seus clubes, sem indicar mudanças abruptas no modelo atual.

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