- Médico do Sampaio Corrêa, Dr. Lucas Vargas, explica manobra usada no atendimento a Alexandre, jogador que convulsionou aos oito minutos do confronto contra o Flamengo pelo Campeonato Carioca, no sábado.
- Durante a assistência, Vargas tocou a boca do atleta para verificar se havia chiclete, objetivo é evitar broncoaspiração.
- O jogador tem o hábito de mascar chiclete em partidas; o médico disse que a manobra levou em conta esse costume.
- Alexandre está estável, em recuperação de amnésia temporária, e lembrou do jogo e do aquecimento.
- O atleta foi para o Hospital Quinta D’Or, em São Gonçalo, onde fez tomografia, eletrocardiograma, exames laboratoriais, eletroencefalograma e ressonância magnética; ficou 24 horas em observação e realizou Holter para descartar sequelas cardíacas ou neurológicas.
Um jogador do Sampaio Corrêa convulsionou durante a partida contra o Flamengo, neste sábado, pelo Campeonato Carioca. O incidente ocorreu aos oito minutos de jogo, levando a paralisação do duelo no Maracanã. O médico da equipe, Dr. Lucas Vargas, explicou que atuou imediatamente para atender Alexandre, que estava no gramado.
Durante o atendimento, Vargas chegou a colocar a mão na boca do atleta. O gesto gerou repercussão nas redes sociais, mas o médico justificou a ação como medida para verificar a presença de chiclete na cavidade oral e evitar broncoaspiração em situação de convulsão.
Explicação do médico e estado de saúde
Vargas afirmou que, em situações de tensão, é preciso agir rapidamente para evitar complicações. O jogador costuma mascar chiclete durante as partidas, o que motivou a checagem descrita pelo médico. Alexandre estável, em recuperação de uma amnésia temporária, segundo a equipe médica.
Após o atendimento inicial, Alexandre foi levado de ambulância ao Hospital Quinta D’Or, em São Gonçalo. No hospital, foram realizados tomografia, eletrocardiograma, exames laboratoriais, eletroencefalograma e ressonância magnética do crânio.
Desdobramentos médicos
O atleta permaneceu em observação por 24 horas. Também foi feito um exame de Holter para excluir sequelas cardíacas ou neurológicas. O relatório médico aponta que o estado de saúde do jogador é estável e que ele já recuperou parte da memória do jogo e do aquecimento.
A defesa de Alexandre e a diretoria do Sampaio Corrêa não divulgaram novos detalhes até o momento. Vargas reforçou que o principal é o bem-estar do jogador e que não houve outra intervenção emergencial durante o atendimento.
Orientação recebida pela equipe
Segundo o médico, clubes precisam conhecer hábitos de cada atleta para agir com rapidez em emergências. O manejo utilizado com Alexandre foi explicado como parte de protocolo interno, sem indicar desvio de conduta. O caso segue em avaliação pela assessoria médica do clube.
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