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São Paulo cria norma para uso de cartão corporativo após polêmica com Casares

São Paulo amplia norma de cartão corporativo a todos os colaboradores após polêmica envolvendo Casares, que devolveu 500 mil com juros e sem esclarecimento sobre a taxa

Morumbis recebe São Paulo x Vitória (Foto: Vitor Palhares / Lance)
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  • São Paulo criou uma norma para uso do cartão corporativo e a disponibilizou a todos os colaboradores do clube.
  • Segundo a apuração, desde 2021 o ex-presidente gastou cerca de R$ 500 mil no cartão; gastos incluem lojas de grife e cabeleireiro.
  • Casares teria devolvido os valores apenas no segundo semestre de 2025; há questionamento sobre qual taxa de correção monetária foi aplicada.
  • O clube paga CDI mais 9% ao ano; se a correção usada for diferente, pode haver cobrança ou esclarecimentos formais.
  • O Conselho Fiscal fará sessão na segunda-feira para esclarecer como foi feita a correção dos valores devolvidos.

O São Paulo criou uma norma interna para o uso do cartão corporativo, tornando-a aplicável a todos os colaboradores do clube. A medida surge após polêmicas envolvendo o ex-presidente Carlos Augusto de Casares, que motivaram o início de umaapuração interna.

De acordo com o Conselho Fiscal, gastos do cartão teriam ocorrido desde 2021, totalizando cerca de meio milhão de reais. Entre os itens identificados há compras em lojas de grife e serviços de cabeleireiro, segundo informações já divulgadas pela imprensa esportiva.

A norma passou a valer para todos os setores do clube, sob o princípio de que recursos corporativos devem cobrir apenas despesas ligadas ao São Paulo, e não uso pessoal. Em gestão anterior, a média de gastos era menor, estimada em cerca de R$ 2 mil, aumentando ao longo dos anos.

Qual taxa de correção foi aplicada aos valores devolvidos ainda é alvo de debate no Conselho Fiscal. A sessão seguinte, marcada para segunda-feira, deverá esclarecer se a correção ocorreu com base no CDI, IPCA ou outra referência, conforme o financiamento do clube.

Casares devolveu os valores em atraso, mas há questionamentos sobre o prazo e juros cobrados, sem esclarecimentos públicos sobre a taxa utilizada. A apuração interna pode levar a novas cobranças ou esclarecimentos formais, dependendo do resultado dos documentos revisados.

A apuração acompanha outras frentes no São Paulo, incluindo investigações de gestão e contratações, que já resultaram em contratações de consultoria e revisão de contratos. O clube não se pronunciou sobre o andamento específico desta etapa da investigação.

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