- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou estar chocado e entristecido com a denúncia de racismo feita por Vinicius Junior no jogo entre Benfica e Real Madrid.
- Infantino elogiou o árbitro François Letexier por ativar o protocolo antirracismo e interromper a partida ao perceber a situação.
- A denúncia foi feita por Vinicius após marcar um golaço no segundo tempo, em Lisboa, gerando confusão no estádio da Luz.
- O árbitro expulsou o protocolo antirracismo, a partida ficou parada por cerca de dez minutos, e Vinicius recebeu apoio de companheiros durante o apoio.
- Após a retomada, a torcida do Benfica passou a vaiar Vinicius e Mbappé, com objetos arremessados, e a súmula oficial deverá trazer o relato do árbitro.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou estar chocado e entristecido com a denúncia de racismo envolvendo Vinícius Júnior na partida entre Benfica e Real Madrid pela Liga dos Campeões, realizada no Estádio da Luz, em Lisboa. Ele elogiou o árbitro François Letexier por acionar o protocolo antirracismo e pediu que os culpados sejam responsabilizados.
O episódio aconteceu após Vini Jr marcar um golaço no segundo tempo e abrir o placar para o Real Madrid. A comemoração diante de uma bandeirinha e perto de uma torcida organizada do Benfica gerou reclamações dos jogadores do time da casa e provocou confusão no gramado. O brasileiro recebeu cartão amarelo do árbitro francês.
O protesto de Vinícius ocorreu na sequência de uma manifestação de racismo, segundo o atacante, que foi assistido por companheiros após o episódio. A partida foi paralisada por cerca de 10 minutos enquanto a equipe médica e a arbitragem coordenavam a resposta. Mbappé e Tchouaméni ajudaram Vinícius durante a paralisação.
A torcida do Benfica passou a xingar Vinícius com maior intensidade e arremessos foram lançados em direção ao jogador. A retomada do jogo ocorreu normalmente, e Vini Jr. passou a sofrer vaias a cada toque na bola. Mbappé também foi alvo de vaias. A súmula deverá trazer o relato oficial do árbitro Letexier.
Importante contextualização
- O protocolo antirracismo da Uefa foi acionado pela primeira vez neste confronto, segundo relatos iniciais.
- Infantino enfatizou que não existe espaço para racismo no futebol ou na sociedade, e reiterou a necessidade de responsabilização dos envolvidos.
- A Federação Portuguesa e a Uefa ainda devem divulgar atualizações sobre investigações, eventuais punições ou medidas administrativas.
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