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CBF exige punições da FIFA e UEFA após injúria racial a Vinícius Júnior

CBF cobra da Fifa e da Uefa punições mais rigorosas em caso de injúria racial contra Vini Jr, com pedido de investigação detalhada e monitoramento

Vini Jr comemora gol pela Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
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  • A CBF enviou cartas à Fifa e à Uefa pedindo punição rigorosa a quem injuriou Vini Jr, em jogo entre Real Madrid e Benfica.
  • As mensagens foram assinadas pelo presidente da CBF, Samir Xaud, e solicitam monitoramento internacional e medidas para identificar os responsáveis.
  • À Fifa, a CBF agradeceu a solidariedade de Gianni Infantino e mencionou alterações nos artigos 15 e 30 do código disciplinar que ampliam o combate à discriminação.
  • À Uefa, a CBF ressaltou o papel de liderança no enfrentamento ao racismo e citou o artigo 2 do estatuto e o artigo 7bis, que tratam de medidas contra ofensas raciais.
  • A entidade pediu uma investigação detalhada do episódio, considerando o relato da vítima e de testemunhas.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou nesta terça-feira cartas à Fifa e à Uefa pedindo rigor na punição de responsáveis por injúria racial contra Vini Jr, ocorrida no duelo entre Real Madrid e Benfica, realizado na Champions na última terça-feira, 17. A byline do caso envolve a necessidade de respostas firmes das entidades internacionais.

As cartas, assinadas pelo presidente da CBF, Samir Xaud, pedem monitoramento das autoridades internacionais e medidas efetivas para identificar e punir os responsáveis pelo episódio.

À Fifa, a CBF destacou a solidariedade pública do presidente Gianni Infantino e mencionou mudanças recentes nos artigos 15 e 30 do código disciplinar, que ampliam mecanismos de combate à discriminação no futebol. O pedido também solicita apuração criteriosa.

À Uefa, a CBF afirmou o papel de liderança no enfrentamento ao racismo e citou o artigo 2 do estatuto, que promove o futebol sem discriminação, além do artigo 7bis, que determina medidas para coibir ofensas raciais. A entidade brasileira pediu investigação detalhada com base no relato da vítima e de testemunhas.

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