Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Presidente da AFA proibido de deixar a Argentina por sonegação de R$100 milhões

Presidente da AFA é proibido de deixar a Argentina e deve comparecer a interrogatório em março por suspeita de sonegação fiscal envolvendo cerca de R$ 100 milhões

Gianni Infantino, presidente da Fifa, ao lado de Chiqui Tapia, presidente da AFA — Foto: Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • A Agência de Cobrança e Controle Alfandegário (ARCA) convocou autoridades da Associação do Futebol Argentino (AFA) para interrogatório por suposta sonegação fiscal de R$ 100 milhões.
  • O presidente da AFA, Claudio “Chiqui” Tapia, não poderá deixar o país até prestar esclarecimentos, segundo a reportagem.
  • Comparecerão ao interrogatório também o tesoureiro Pablo Toviggino, o secretário-geral Cristian Ariel Malaspina, o diretor-geral Gustavo Roberto Lorenzo, o ex-secretário-geral Víctor Blanco Rodríguez e a própria AFA.
  • A investigação envolve fatos ocorridos entre março de 2024 e setembro de 2025, com denúncia de retenção de impostos e contribuições para a previdência social fora dos prazos legais.
  • Ao todo são 69 casos sob suspeita, totalizando 19 milhões de dólares (R$ 10 milhões), enquadrados nos Artigos 4 e 7 do Regime Tributário Penal.

A Agência de Cobrança e Controle Alfandegário (ARCA) da Argentina convocou autoridades da Associação do Futebol Argentino (AFA) para um interrogatório por suspeita de sonegação fiscal. A ação envolve impostos não pagos entre março de 2024 e setembro de 2025.

O presidente da AFA, Claudio Tapia, não poderá deixar o país até prestar esclarecimentos. Também estão impedidos de viajar o tesoureiro Pablo Toviggino, o secretário-geral Cristian Malaspina, o diretor-geral Gustavo Lorenzo e o ex-secretário-geral Víctor Blanco Rodríguez, além da própria entidade AFA.

Segundo a denúncia, 69 casos somam aproximadamente 19 milhões de dólares (cerca de 10 milhões de reais). A acusação aponta retenção de impostos e contribuições para a previdência social sem depositar no prazo legal. Os fatos estão enquadrados nos artigos 4 e 7 do Regime Tributário Penal.

A ARCA afirmou haver grau suficiente de suspeita para prosseguir com a intimação, permitindo que os investigados conheçam as provas e apresentem defesa. O interrogatório está marcado para ocorrer em data ainda a ser confirmada, com foco na apuração de eventuais irregularidades fiscais da gestão da AFA.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais