- O Conselho Consultivo do São Paulo convocou reunião emergencial para quinta-feira, dia vinte, às quinze horas, em São Paulo, após denúncia envolvendo a filha do presidente.
- A denúncia trata de suposta revenda de ingressos para show no Morumbi, em 2024, com valor de pouco mais de três mil reais; os detalhes seguem sigilosos.
- Harry Massis Jr. afirmou ter sido procurado pela filha Christina Massis e que pedirá que o caso seja encaminhado à comissão de ética do clube para apuração formal; afirmou que não compactua com conduta questionada.
- Massis disse ter sido vítima de uma tentativa de chantagem para impedir mudanças administrativas no clube; afirmou que não fará distinção por vínculos familiares.
- O Conselho Consultivo é de caráter opinativo e não tem poder decisório; eventuais medidas caberiam às instâncias competentes do clube, como a comissão de ética.
O presidente do São Paulo FC, Harry Massis Jr., foi informado recentemente sobre uma denúncia envolvendo sua filha Christina Massis. O caso chegou aos conselheiros mais influentes do clube, levando à convocação de uma reunião emergencial do Conselho Consultivo para esta quinta-feira, às 15h, em São Paulo.
A denúncia aponta para uma possível revenda de ingressos para um show realizado no Morumbi em 2024, com um valor estimado em pouco mais de 3 mil reais. Os detalhes permanecem sob sigilo, segundo apuração do veículo responsável pela divulgação inicial.
Massis afirmou, em contato com a imprensa, que foi informado pela filha sobre o assunto e que não concorda com a conduta relatada. O presidente disse que encaminhará o caso à comissão de ética do clube para apuração formal, sem favorecer familiares.
Ele ressaltou que não fará distinção pela relação sanguínea e destacou que Christina é maior de idade, possui CPF próprio e deve responder pelos atos. Em tom firme, assegurou que não tolerará atitudes eticamente reprováveis durante sua gestão.
Além disso, Massis afirmou ter sido alvo de uma tentativa de chantagem relacionada ao episódio, sem revelar identidades. Segundo ele, houve pressão para interromper mudanças administrativas em curso no clube.
Reunião do Conselho Consultivo
A reunião emergencial foi solicitada pelo presidente do órgão, Ives Gandra da Silva Martins, com participação confirmada de ex-presidente do clube, Julio Casares. Conselheiros chegaram a sugerir adiamento, mas o tema foi mantido em caráter de prioridade.
O Conselho Consultivo atua de forma opinativa e não tem poder para aplicar punições; eventuais medidas caberiam às instâncias formais do clube, como a comissão de ética.
Próximos passos
A CNN e outras fontes de imprensa tentaram contato com dirigentes do São Paulo para um posicionamento adicional, sem retorno até o momento da publicação. O clube ainda não divulgou uma resposta oficial sobre a denúncia.
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