- Dorival Júnior pediu a redução do número de jogadores estrangeiros no futebol brasileiro, alertando sobre possível impacto na Seleção e citando a Itália como exemplo.
- Atualmente, a Confederação Brasileira de Futebol permite até nove estrangeiros por clube no Campeonato Brasileiro.
- O Corinthians tem seis jogadores nascidos fora do Brasil: Fabrizio Angilieri, Pedro Milans, André Carillo, Rodrigo Garro, Zakaria Labyad (não regularizado) e Memphis Depay.
- Dorival também avaliou o uso de gramados sintéticos, dizendo que, se autorizado pela CBF, há vantagem para quem atua em casa; citou o Athletico-PR como exemplo.
- O treinador comparou condições climáticas e de gramado entre Europa e América do Sul, cobrando melhores condições no futebol brasileiro.
Dorival Júnior, treinador do Corinthians, pediu nesta quinta-feira, 19, a redução no número de jogadores estrangeiros no futebol brasileiro. Em entrevista coletiva, ele alertou que uma geração pode ser penalizada com o atual modelo e citou a Itália como exemplo de consequências negativas.
Segundo o técnico, a CBF permite até nove estrangeiros por clube no Brasileirão. Ele afirmou que a mudança é necessária para não comprometer o futuro das revelações nacionais e para evitar que o país perca competitividade a longo prazo.
Até agora, o Corinthians conta com seis atletas nascidos fora do Brasil: Fabrizio Angilieri, Pedro Milans, André Carillo, Rodrigo Garro, Zakaria Labyad (não regularizado) e Memphis Depay. A equipe busca equilíbrio entre atletas da casa e o exterior.
Ponto de pressão: gramados sintéticos
Durante a vitória sobre o Athletico-PR, Dorival comentou sobre a utilização de gramados sintéticos e disse que a decisão cabe à CBF, embora reconheça que o futebol brasileiro enfrenta desvantagens em relação a ligas europeias.
Ele citou a vantagem de campos sintéticos para adversários que atuam como visitante, destacando que a qualidade do piso pode acelerar o jogo e beneficiar quem já utiliza esse modelo. O treinador lembrou que o Athletico tem esse tipo de campo há tempo.
O técnico também comparou as condições climáticas entre Europa e América do Sul para cobrar melhorias na infraestrutura do futebol nacional, especialmente na qualidade de gramados. Ele mencionou que, em Londres, a ausência de sol por parte do ano não impede gramados bem cuidados, o que ele classifica como padrão desejável para o Brasil.
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