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Filha de Massis é alvo de denúncia nos bastidores do São Paulo

Caso envolve possível venda de ingressos de show no Morumbi; valor estimado em cerca de R$ 3 mil e defesa de Massis deve ser apresentada

Chris Massis comemora título do São Paulo no Paulistão Feminino sub-20. (Foto: Reprodução/redes sociais)
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  • Christina Massis, filha de Harry Massis, seria alvo de denúncia por suposta venda de ingressos de show realizado no Morumbi em 2024.
  • O valor relacionado ao caso seria de aproximadamente R$ 3 mil.
  • A denúncia foi apresentada por Olten Ayres de Abreu Junior, presidente do Conselho Deliberativo, e um áudio com as acusações circulou nos bastidores do São Paulo.
  • Uma reunião do Conselho Consultivo foi marcada para sexta-feira (20), no período da tarde, para ouvir a defesa de Massis.
  • O Conselho Consultivo não tem poder deliberativo nem julga o caso; sua função é emitir recomendações ao Conselho Deliberativo.

O caso envolve Christina Massis, filha de Harry Massis, e uma possível venda de ingressos de um show realizado no Morumbi em 2024. A informação foi veiculada pelo UOL e confirmada pelo Lance!.

Segundo apuração, a denúncia partiu de Olten Ayres de Abreu Junior, presidente do Conselho Deliberativo. Uma reunião do Conselho Consultivo foi marcada para esta sexta-feira, (20), no período da tarde, para tratar do tema.

Integrantes do Conselho Consultivo citados pela apuração incluem Carlos Augusto de Barros e Silva, Carlos Miguel Castex Aidar, Fernando Casal de Rey, Ives Gandra da Silva Martins, José Carlos Ferreira Alves, José Eduardo Mesquita Pimenta, Julio Casares, Marcelo Barboza, Milton Neves, Olten Ayres de Abreu Junior, Paulo Vasconcelos e Paulo Planet Buarque. A reunião tem caráter emergencial e deve contar com a presença de Harry Massis, para apresentar defesa.

Contexto institucional aponta que o Conselho Consultivo não tem poder deliberativo nem competência para julgar o caso; sua função é emitir recomendações ao Conselho Deliberativo. Julio Casares já renunciou ao cargo de presidente em fevereiro, em meio a um processo que poderia levar ao impeachment. A apuração indica que Casares, Olten Ayres de Abreu Junior e José Eduardo Mesquita Pimenta estariam pressionando a saída de Massis.

A reportagem aponta ainda divergências entre envolvidos: alguns veem o movimento como possível forma de chantagem; porém, também há leitura de que Massis não pretende renunciar. O valor envolvido, conforme apurado, seria próximo de R$ 3 mil. Mais informações não foram divulgadas até o momento.

Resumo: a situação envolve suspeita de venda de ingressos, aliados citados, data da reunião e o papel do Conselho Consultivo na hierarquia do clube, sem decisões definitivas até a publicação.

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