- As conversas para a venda da SAF do Vasco ao empresário Marcos Faria Lamacchia estão avançadas, com conclusão prevista entre março e abril.
- Lamacchia tem 47 anos, atua no mercado financeiro e é sócio-fundador e CEO da Blue Star, empresa de consultoria de investimentos.
- Ele é filho de José Roberto Lamacchia, fundador do Banco Crefisa, enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e neto de Aloysio de Andrade Faria.
- A Blue Star foi criada em 2008, período em que ainda atuava no banco da família; uma das sócias é Junia Faria, mãe do empresário.
- A SAF do Vasco está dividida atualmente em três partes: 30% ao clube associativo, 31% à 777 Partners, e o restante a outros acionistas; a negociação pode alterar essa composição.
O Vasco pode passar por uma nova mudança na estrutura da SAF, com o possível investidor Marcos Faria Lamacchia ganhando força nas conversas. As tratativas são avaliadas como avançadas e a conclusão pode ocorrer entre março e abril, segundo o jornalista Gilmar Ferreira.
Lamacchia tem 47 anos e atua no mercado financeiro. É sócio-fundador e CEO da Blue Star, empresa paulista de consultoria de investimentos. Perfil reservado nas redes sociais, ele está ligado a uma família com forte histórico no futebol e nas finanças.
A relação familiar de Lamacchia inclui José Roberto Lamacchia, fundador do Banco Crefisa, e Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Pelo lado materno, é neto de Aloysio de Andrade Faria, que integrou a lista de bilionários da Forbes e faleceu em 2020.
A formação acadêmica do empresário inclui Administração de Negócios pela Universidade de Miami, com especialização em Contabilidade e Direito Empresarial, além de estudos em Direito Empresarial pela Fundação Getulio Vargas. Entre 2004 e 2009, atuou em direção na Crefisa.
A Blue Star foi fundada em 2008, quando Lamacchia ainda atuava no banco da família. A empresa oferece serviços de consultoria financeira, com uma das sócias sendo Junia Faria, mãe do empresário.
Situação da SAF do Vasco
Hoje a SAF do Vasco está dividida entre três partes: o clube associativo controla 30% das ações, a 777 Partners detém 31% e a participação restante fica com o clube, em uma composição que pode mudar com a possível negociação.
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