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Técnico do Lyon critica Infantino e Trump por priorizar interesses econômicos

Paulo Fonseca critica Infantino e Trump por privilegiar interesses econômicos; afirma que Rússia não pode atuar em Moscou e o Mundial nos Estados Unidos é inaceitável

Português Paulo Fonseca é o técnico do Lyon — Foto: Getty Images
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  • Paulo Fonseca, treinador do Lyon, criticou Gianni Infantino e Donald Trump, afirmando que eles privilegiam interesses econômicos e se esquecem das pessoas.
  • Ele questionou a ideia de reinserir a Rússia nas competições e comparou as posições de Infantino às de Trump.
  • Fonseca disse que quem ama o futebol gostaria que o Mundial fosse realizado em outro lugar, não nos Estados Unidos, criticando a decisão associada a Trump.
  • O técnico mencionou o Prêmio da Paz que Infantino concedeu a Trump, dizendo ter sentido vergonha com a homenagem.
  • Fonseca também comentou sua ligação com a Ucrânia, revelando o sonho de treinar a seleção ucraniana ou retornar ao Shakhtar Donetsk.

Paulo Fonseca, técnico do Lyon, criticou Gianni Infantino e Donald Trump em entrevista ao jornal francês L’Equipe. O treinador comentou a reintegração da Rússia às competições e a escolha dos Estados Unidos para a próxima Copa do Mundo. Ele questionou os pilares da Fifa e a condução das decisões.

Fonseca afirmou que seria inaceitável ver a Rússia voltar a competir enquanto a Ucrânia continua sem espaço em casa. Segundo ele, a visão de Infantino exalta interesses econômicos em detrimento das pessoas, gerando desconforto entre torcedores e profissionais do futebol.

O treinador também criticou a postura de Trump, dizendo que a prioridade dada a questões econômicas prejudica os mais vulneráveis. Na visão dele, o futebol não pode servir para protestos que desconsiderem quem sofre com os impactos dessas escolhas.

Na entrevista, Fonseca mencionou o Prêmio da Paz que Infantino entregou a Trump, criado pela Fifa. O episódio gerou constrangimento e ele descreveu a situação como conflituosa para a imagem do futebol mundial.

Entre questões pessoais, Fonseca revelou ligação com a Ucrânia: é casado com uma ucraniana desde 2018 e morou no país por três anos, quando comandava o Shakhtar Donetsk. Disse que sonha em treinar a seleção ucraniana ou retornar ao clube zelado por ele.

O técnico encerrou destacando o carinho por Kiev e pela Ucrânia. Encerrou dizendo que gostaria de contribuir para o desenvolvimento do futebol local e retribuir tudo o que recebeu no passado.

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