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Fluminense x Vasco promove conscientização sobre doenças raras no Maracanã

Clássico entre Fluminense e Vasco vira palco de conscientização sobre doenças raras, com crianças atípicas em campo durante a semifinal no Maracanã

Projeto Voz das Mães fará ação neste domingo (1) na partida entre Fluminense x Vasco (Foto: Divulgação)
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  • Semifinal do Carioca entre Fluminense e Vasco acontece no Maracanã no domingo, às 18h, e terá ação de conscientização sobre doenças raras.
  • A iniciativa é promovida pelo projeto Voz das Mães em parceria com a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ).
  • No campo, vão entrar as crianças atípicas Vinicius Lopes Rodrigues, o Vini, e Mario Netto, o Netinho, com as mães acompanhando à beira do gramado.
  • Participam a fundadora do Voz das Mães, Natália Lopes (mãe de Vini, diagnóstico ainda inconclusivo) e a influenciadora Vanny Santos (mãe de Netinho, diagnosticado com acondroplasia).
  • A ação visa aumentar a visibilidade das doenças raras, incentivar acolhimento, políticas públicas e inclusão, conforme organizadores e o presidente da FERJ, Rubens Lopes.

O clássico entre Fluminense e Vasco, pela semifinal do Carioca, promete mais do que a vaga na final. O jogo ocorre no Maracanã neste domingo, às 18h, com uma ação de conscientização sobre doenças raras ligada ao Dia Mundial das Doenças Raras.

A iniciativa é do projeto Voz das Mães, em parceria com a FERJ. Crianças atípicas Vinicius Lopes Rodrigues, o Vini, e Mario Netto, o Netinho, entrarão em campo para contar suas histórias, acompanhadas pelas mães junto ao gramado.

Entre as acompanhantes, está Natália Lopes, mãe de Vini, que tem diagnóstico ainda inconclusivo em investigação médica. Também participa Vanny Santos, mãe de Netinho, que tem acondroplasia, forma comum de nanismo.

O objetivo é ampliar a visibilidade das doenças raras e debater políticas públicas, acolhimento a famílias e acesso a tratamentos. A ação usa o espaço de grande exposição do futebol para disseminar informação e respeito.

Valor social do evento

Rubens Lopes, presidente da FERJ, afirma que o Carioca é palco para ações de acolhimento e diagnóstico precoce, mostrando que o futebol do Rio vai além dos campos. A partida vira megafone para famílias que lutam por direitos.

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