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Dirigentes do São Paulo devem ser ouvidos pelo MP em caso de ingressos

Ministério Público de São Paulo solicita depoimentos de dirigentes do São Paulo sobre denúncias de venda irregular de ingressos e camarotes, com prazo de até trinta dias

Escândalo envolveu venda ilegal de ingressos de shows no Morumbis (Foto: Divulgação/ São Paulo FC)
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  • O Ministério Público de São Paulo encaminhou ofícios a integrantes ligados ao clube solicitando depoimentos sobre denúncias de venda irregular de ingressos e camarotes.
  • Entre os citados estão Christina Massis, filha do presidente do São Paulo, Denis Ormrod, Érica Duarte, Fabio Castello Branco Mariz de Oliveira, conselheiro, Harry Massis Júnior, presidente do São Paulo, Lucca Monteiro Borzani, Olten Ayres de Abreu Júnior, Roberto Soares Armelin, Vinicius Pinotti e Vinicius Pinotti, também conselheiro.
  • Os depoimentos deverão ser prestados em até 30 dias.
  • No despacho, Vinicius Pinotti e Fabio Castello Branco Mariz são citados por terem ligação com a divulgação do áudio que originou as investigações sobre a suposta exploração irregular do camarote 3A do Morumbi.
  • A apuração teve início no ano passado, quando a Polícia abriu investigação após Douglas Schwartzmann, dirigente das categorias de base, e Mara Casares serem apontados como possíveis envolvidos em esquema de comercialização clandestina de camarotes no estádio.

O Ministério Público de São Paulo encaminhou ofícios a integrantes ligados ao São Paulo FC para depor sobre denúncias de venda irregular de ingressos e de camarotes no Morumbi. O pedido de esclarecimentos envolve pessoas ligadas ao clube, com prazo de até 30 dias para as declarações.

Entre os citados estão Christina Massis, filha do então presidente do clube, Denis Ormrod, ex-conselheiro, Érica Duarte, diretora-executiva jurídica, Fabio Castello Branco Mariz de Oliveira, conselheiro, Harry Massis Júnior, presidente, Lucca Monteiro Borzani, filho de um aliado próximo, Olten Ayres de Abreu Júnior, presidente do Conselho Deliberativo, Roberto Soares Armelin, diretor-executivo de ESG, Riscos e Compliance, e Vinicius Pinotti, conselheiro.

O despacho também menciona Vinicius Pinotti e Fabio Castello Branco Mariz por ligação com a divulgação do áudio que teria iniciado as investigações sobre a exploração irregular do camarote 3A no Morumbi. A apuração teve início no ano passado, com a Polícia Civil envolvendo dirigentes vinculados às categorias de base e à gestão do clube.

A investigação começou após Douglas Schwartzmann, dirigente das categorias de base, e Mara Casares, ex-esposa do presidente Julio Casares, serem apontados como possíveis participantes de um esquema de comercialização clandestina de camarotes no estádio. O MP não confirma outros detalhes além das citações oficiais nos ofícios.

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