- Ryan Reynolds negou a intenção de comprar o Santa Cruz, afirmando que não houve proposta oficial e que prefere não assumir mais compromissos no futebol brasileiro.
- Em entrevista à ESPN Brasil, o ator disse que já tem bastante trabalho e que prefere “fazer uma coisa bem feita” do que assumir um clube.
- Reynolds revelou que tem interesse em passar o resto da vida no Brasil, mas não em adquirir um time, destacando gratidão pelo país.
- O ator lembrou a ascensão do Wrexham desde a compra em 2021, hoje na segunda divisão (Championship) na temporada 2025/26 e na briga por vaga na Premier League.
- Também comentou o “efeito Wrexham” global, mencionando a popularidade do time no Brasil e em outras regiões, e que houve identificação com a história do clube em diferentes países.
Ryan Reynolds negou publicamente a possibilidade de comprar o Santa Cruz. Em entrevista à ESPN Brasil, o ator afirmou que prefere focar em projetos bem-feitos do que em aquisições de clubes no Brasil. A declaração encerra as especulações geradas por publicações anteriores.
Segundo Reynolds, ele não planeja investir no clube pernambucano e hoje tem compromissos no Reino Unido que demandam dedicação. Mesmo assim, o artista reforçou o apreço pelo Brasil e pela vida no país, sem deixar de lado a gratidão pelos projetos em andamento.
A ascensão do Wrexham é mencionada pelo ator como parâmetro de cautela ao assumir novos compromissos esportivos. Reynolds e Rob McElhenney adquiriram o clube galês em dois mil e vinte e um, quando disputava a quinta divisão.
Desde então, o Wrexham passou por uma rápida transformação, com exposição midiática impulsionada pela série documental sobre a reformulação do time. Na temporada atual, o clube disputa a Championship e briga por vaga na Premier League.
O ‘efeito Wrexham’ ao redor do mundo
Durante a conversa, Reynolds comparou a recuperação do Wrexham com realidades de clubes tradicionais. Ele lembrou a passagem pelo Brasil em dois mil e vinte e quatro e elogiou o alcance da história entre torcedores sul-americanos.
— Estive no Brasil e fiquei impressionado com o reconhecimento do Wrexham em várias regiões, explique o ator. Existem comunidades que se identificam com a história do clube, gerando engajamento global, finaliza.
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