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Caixa solicita prorrogação para definir preço da Arena do Corinthians

Caixa solicita prazo extra para avaliar naming rights da Neo Química Arena; dívida de cerca de R$ 660 milhões pode levar a quitação via naming rights

Neo Química Arena, casa do Corinthians
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  • A Caixa Econômica Federal pediu mais prazo ao Corinthians para definir o valor dos naming rights da Neo Química Arena, indispensável para projetar cenários financeiros do acordo com a Hypera Pharma.
  • O presidente Osmar Stabile participou de reunião com representantes da Caixa na última segunda-feira para discutir o tema, já que o valuation do estádio expirou.
  • A Caixa justificou o atraso por questões burocráticas, como aprovações da empresa responsável por calcular o valor do naming rights.
  • O acordo vigente com a Hypera Pharma, assinado em 2020, prevê o recebimento de 300 milhões de reais em 20 anos, com corrigimento pelo IGP-M.
  • Uma das opções estudadas pelo Corinthians é quitar a dívida da arena com a venda dos naming rights, mas as negociações só devem avançar após o novo valuation.

O Caixa Econômica Federal pediu ao Corinthians um prazo maior para definir o valor dos naming rights da Neo Química Arena. A solicitação ocorre no contexto da dívida do clube com o banco, estimada em cerca de R$ 660 milhões.

O assunto ganhou urgência após o vencimento do prazo para a avaliação do estádio, chamada de valuation, que é essencial para projetar cenários financeiros do acordo vigente com a Hypera Pharma. A reunião aconteceu na última segunda-feira, conforme apuração da Itatiaia, com a presença do presidente Osmar Stabile.

O banco justificou a necessidade de mais tempo por entraves burocráticos, incluindo aprovações da empresa responsável pelo levantamento do valor. O acordo atual com a Hypera Pharma, firmado em 2020, prevê o repasse de R$ 300 milhões em 20 anos, cerca de R$ 15 milhões anuais, ajustados pelo IGP-M.

Osmar Stabile tem demonstrado interesse na troca dos naming rights, sob o argumento de que os valores atuais estão defasados. Desde setembro de 2025, a multa rescisória em relação ao contrato vigente é de aproximadamente R$ 50 milhões.

Entre as alternativas avaliadas pelo clube, segundo fontes, está quitar a dívida da Arena por meio da venda dos naming rights. As negociações devem seguir apenas após a definição do valuation, que ainda não teve data definida.

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