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Jorge Jesus detalha saída do Flamengo: sentia-se preso

Jorge Jesus detalha saída do Flamengo por Covid-19: isolamento o fez sentir prisão e medo da morte, levando-o a retornar a Portugal e deixar o clube

Jorge Jesus comanda o Flamengo na Libertadores (Foto: RAUL ARBOLEDA / AFP)
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  • Jorge Jesus revela, em coluna no Record, que deixou o Flamengo por causa da Covid-19, após se sentir isolado e com medo de morrer.
  • Ele teve o diagnóstico positivo, ficou isolado em apartamento e recebia visitas médicas com roupas anti-contágio; decidiu voltar a Portugal.
  • O treinador afirma que, entre julho de 2019 e abril de 2020, o Flamengo conquistou cinco troféus sob seu comando, incluindo Libertadores e Campeonato Brasileiro, e perdeu apenas quatro jogos.
  • O grupo de 2019 foi o mais interessado e preocupado com ele, segundo o técnico, que explicava os exercícios durante o treino.
  • Jesus diz que o Flamengo foi o maior clube que treinou e comenta a disputa com o Palmeiras pelo protagonismo no Brasil; ele está hoje no Al-Nassr.

Jorge Jesus revelou detalhes sobre sua saída do Flamengo, em 2020, em coluna publicada no jornal Record, de Portugal. O treinador afirmou que a Covid-19 foi o principal motivo para deixar o clube, já que o isolamento foi intenso e preocupante para ele.

Na época, o Flamengo vivia a pandemia e disputava competições importantes. O técnico descreveu ter ficado isolado em um quarto após o diagnóstico, com visitas médicas em roupas de proteção e refeições deixadas à porta. Disse que se sentia “em uma prisão”.

O relato reforça que o elenco de 2019 foi o mais envolvido com o seu estado de saúde. Jesus lembrou que, entre julho de 2019 e abril de 2020, o Flamengo ganhou cinco troféus e perdeu apenas quatro jogos, destacando a pressão e a exigência do clube.

Detalhes do relato e contexto

O treinador enfatizou que, se não fosse a Covid-19, talvez continuasse no Flamengo. Contou que o primeiro teste deu positivo e o segundo foi inconclusivo, levando-o ao isolamento voluntário em Portugal por precaução.

Jesus, hoje no Al-Nassr, da Arábia Saudita, também elogiou o tamanho da torcida rubro-negra. Ao mesmo tempo, informou que a viagem de retorno ocorreu motivada pela pandemia, não por fatores esportivos exclusivos.

Considerações sobre legado

No texto, o técnico classificou o Flamengo como o maior clube que treinou, destacando a torcida e a disputa com o Palmeiras pelo protagonismo nacional. A coluna reitera que a pandemia moldou a decisão de deixar o clube carioca.

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