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Projeto de lei propõe liberar bebidas alcoólicas em estádios de São Paulo

Projeto de lei em São Paulo propõe liberar venda de bebidas alcoólicas em estádios com regras de segurança, fiscalização e licenciamento, sob análise

Torcedor com um copo de cerveja na mão durante partida da Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia
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  • Um projeto de lei na Câmara Municipal de São Paulo propõe permitir a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em estádios e arenas durante eventos esportivos.
  • A autoria é da vereadora Amanda Vettorazzo e o texto estabelece regras de comercialização, segurança e fiscalização.
  • As bebidas podem ser vendidas por bares, lanchonetes e estabelecimentos autorizados dentro das arenas, ou por ambulantes licenciados, em áreas internas destinadas aos torcedores.
  • Não poderão ser usados recipientes de vidro ou materiais que representem risco; as bebidas devem ser vendidas em embalagens plásticas descartáveis ou não contundentes.
  • O projeto prevê licenciamento de todos os pontos de venda junto à Prefeitura, fiscalização municipal para garantir cumprimento, regulamentação de horários e condições pelo Poder Executivo, e sanções em caso de descumprimento; a proposta segue para análise nas comissões antes de votação em plenário.

Um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo propõe liberar a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em estádios e arenas da cidade durante eventos esportivos. A iniciativa é da vereadora Amanda Vettorazzo, que detalha regras de comercialização, segurança e fiscalização.

A proposta autoriza a venda por bares, lanchonetes e estabelecimentos autorizados dentro das arenas, incluindo áreas internas destinadas aos torcedores, como camarotes e espaços VIP. Também prevê venda por ambulantes licenciados.

Regras de segurança impedem recipientes de vidro, louças ou materiais que possam colocar em risco a integridade do público. Bebidas devem ser vendidas em embalagens plásticas descartáveis ou não contundentes.

Pontos de venda devem estar autorizados, licenciados e regularizados junto à Prefeitura, com fiscalização municipal para assegurar o cumprimento das normas. O Executivo ficará responsável por regulamentar horários, critérios de segurança e estimativa de público durante os eventos.

Em caso de descumprimento, o texto prevê sanções administrativas, como advertências e multas aos responsáveis pela comercialização. O projeto segue para análise nas comissões da Câmara antes de votação em plenário.

Comercialização com responsabilidade

Segundo a autora, a proposta busca alinhar São Paulo a práticas já adotadas em outros eventos e explorar o potencial econômico do setor, sem abrir mão da segurança. A justificativa ressalta que a medida não é liberação irrestrita, mas criação de regras específicas para desenvolvimento econômico, segurança pública e proteção ao consumidor.

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