- A FGOAL desistiu da ação movida contra o São Paulo na Justiça.
- O clube rompeu com a empresa no mês passado, alegando movimentações financeiras não autorizadas nas máquinas de pagamento.
- Com a rescisão unilateral, a FGOAL acionou a Justiça contra o São Paulo.
- Em janeiro, o São Paulo contratou a consultoria FTI Consulting e o escritório Machado Meyer para investigações independentes sobre as denúncias à gestão.
- Em 21 de janeiro, o presidente Julio Casares renunciou; investigações envolvem venda de camarotes do MorumBIS e depósitos suspeitos, com a polícia às apurações.
A FGOAL, antiga prestadora de serviços de alimentação e bebidas do Morumbi, desistiu da ação movida contra o São Paulo na Justiça. A rescisão ocorreu após o clube romper o contrato no mês passado, alegando movimentações financeiras nas máquinas de pagamento sem conhecimento dos setores responsáveis ou autorização contratual.
Segundo o São Paulo, as ações teriam ocorrido sem autorização e justificariam a rescisão contratual. A empresa ingressou com o processo após o término do acordo entre as partes, informou o clube.
No início deste ano, o Tricolor contratou uma consultoria e um escritório de advocacia para apurar denúncias sobre a gestão. A FTI Consulting conduz a apuração, enquanto o Machado Meyer supervisiona juridicamente o processo.
Investigações internas e desfechos
No dia 21 de janeiro, o presidente Julio Casares renunciou ao cargo, dias após aprovação de impeachment pelo Conselho Deliberativo. A renúncia ocorreu em meio a denúncias envolvendo a administração do clube e investigações em curso pela polícia.
Denúncias apontam para fenômenos como venda de camarotes do Morumbi e depósitos suspeitos em nome de Casares. As apurações continuam em linha com o inquérito policial em andamento.
Entre na conversa da comunidade