- Botafogo, sob o comando de Anselmi, busca manter a posse e o controle de jogo, mas vive momento de dificuldades para transformar a ideia em desempenho, com Danilo como peça-chave na construção do jogo.
- Podem estrear Cristian Medina (meio-campo) e Júnior Santos (ataque), além da possível entrada de Edenilson; Ferraresi também pode atuar pela primeira vez pela direita da zaga.
- Flamengo, com Jardim, já mostra identidade própria: jogo mais vertical e postura de blokos de marcação, após a saída de Filipe Luís.
- Em estreia recente, o Flamengo passou a ceder mais a posse em relação ao adversário, abriu o placar cedo contra Cruzeiro e terminou com 44% de posse, 394 passes trocados, mas foi mais incisivo, finalizando 15 vezes.
- O clássico acontece no Estádio Nilton Santos, entre Botafogo e Flamengo, com expectativa de Flamengo mais posicionado na defesa e Botafogo buscando propor o jogo, mesmo diante da pressão rubro-negra.
O Botafogo enfrenta o Flamengo neste sábado, no Nilton Santos, pela noite de hoje. O duelo coloca de frente o estilo de Martín Anselmi, que busca manter a posse e a circulação, contra a abordagem vertical de Leonardo Jardim, em fase inicial no Rubro-Negro. A definição de referências em campo é o objetivo do Glorioso.
Nos últimos jogos, a criatividade do Botafogo tem passado pelos pés do volante Danilo, peça-chave da temporada. A equipe pode contar com as estreias de Cristian Medina e Júnior Santos, além da possível utilização de Edenilson. Ferraresi também surge como opção pela direita da defesa.
Diante do rival, o Botafogo tenta manter o controle das ações, mesmo em momento delicado de identidade. A expectativa é de que Anselmi imponha ritmo de bola, mesmo com dificuldades para transformar ideia em desempenho.
Flamengo de Jardim
O Flamengo, sob Leonardo Jardim, já mostra mudança de estilo. O treinador prioriza jogo mais vertical e transições rápidas, com maior dinamismo entre defesa, meio e ataque. A saída de Filipe Luís abriu espaço para construção menos travada desde o campo.
Na estreia de Jardim, o Rubro-Negro pediu variação de altura nos blocos de marcação para neutralizar transições adversárias. Em ataque, a equipe passou a explorar lançamentos e maior compactação entre atacantes e meias.
Contra o Cruzeiro, vitória por 2 a 0, o Flamengo abriu o placar cedo e adotou postura mais reativa. A posse ficou em 44% e os passes trocados chegaram a 394, com o time sendo mais incisivo nas finalizações.
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