- Torcedoras do Fluminense realizaram ato contra feminicídio neste domingo (15) nas imediações do Maracanã, antes do jogo contra o Athletico-PR pela sexta rodada do Brasileirão, às 16h.
- O protesto reuniu torcidas organizadas e teve concentração ao pé da rampa de acesso às estações de metrô e trem, até o Portão C, no Setor Sul.
- Uma das organizadoras, Naiana, destacou a união das mulheres e a importância de a voz feminina ser reconhecida dentro do clube.
- Palavras de ordem como “Não é não, respeite a decisão” foram entoadas, com cartazes e músicas de Elza Soares.
- A ação ocorreu uma semana após o Dia Internacional da Mulher, em meio a preocupações com o aumento de feminicídios e discursos misóginos nas redes.
Torcedoras do Fluminense realizaram um ato contra o feminicídio neste domingo (15) nas imediações do Maracanã, horas antes do jogo contra o Athletico-PR pela sexta rodada do Brasileirão. A caminhada aconteceu no eixo de acesso ao estádio, com objetivo de chamar atenção para a violência contra a mulher e a desigualdade de gênero.
O ato foi organizado por torcedoras de diferentes organizadas do Fluminense, com concentração ao pé da rampa de acesso às estações de metrô e trem do Maracanã. Em seguida, o grupo seguiu em direção ao Portão C, no Setor Sul, tradicional ponto de reunião das torcidas do clube.
Naiana, uma das organizadoras, destacou a união entre as mulheres e a importância de ampliar a participação feminina na torcida e na sociedade, ressaltando que o papel da mulher não se restringe a um espaço específico. A mobilização reforçou a presença feminina em diferentes frentes do clube.
Durante a passeata, foram entoadas palavras de ordem contra o feminicídio e pela defesa de direitos, acompanhadas de cartazes. Músicas em homenagem a artistas femininas, como Elza Soares, também integraram a atividade.
A iniciativa ocorreu uma semana após o Dia Internacional da Mulher, data que inspira ações de combate à desigualdade ao longo de março. O movimento ganha relevância diante do aumento de casos de feminicídio no Brasil e do crescimento de discursos misóginos nas redes sociais.
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