- A confusão entre Cruzeiro e Vasco levou a intervenção da Polícia Militar de Minas Gerais e registro de boletim de ocorrência após a partida.
- A súmula do árbitro Lucas Torezin indicou que o gerente vascaíno Clauber Antunes Rocha entrou no campo e reclamou dos acréscimos de 11 minutos.
- O documento relata que o presidente do Vasco, Pedrinho, abordou o árbitro na zona mista, fez críticas à atuação e pediu que tudo fosse registrado na súmula.
- Policiais que escoltavam a arbitragem intervieram quando dirigentes e seguranças do Vasco se aproximaram, com uso de spray de pimenta.
- Pedrinho, em versão ao jornalista da CazéTV, disse que apenas acompanhou o árbitro e reforçou que pediu registro de suas palavras; o episódio pode gerar desdobramentos no STJD.
A confusão no clássico entre Cruzeiro e Vasco, realizado na noite de ontem, chegou à delegacia após a invasão de área técnica e o uso de spray de pimenta por parte da Polícia Militar de Minas Gerais. A partida teve acréscimos de 11 minutos, gerando irritação no elenco vascaíno e na comissão técnica, que contestaram o árbitro.
Segundo a súmula, o gerente do Vasco, Clauber Antunes Rocha, entrou no campo após o apito final para reclamar dos acréscimos. A assinatura do documento indica que ele foi inicialmente alvo de cartão amarelo por suposta condição de integrante da comissão técnica, mas depois ficou comprovado tratar-se de diretor do clube.
O presidente do Vasco, Pedrinho, também aparece na narrativa da súmula. O dirigente teria se dirigido à arbitragem na zona mista, fazendo críticas à condução da partida, segundo o relato oficial. A polícia escoltou a arbitragem para a delegacia no interior do estádio para prestar depoimento como testemunha.
Pedrinho afirmou, em versão apresentada ao jornalista Igor Rodrigues, da CazéTV, que apenas acompanhou o árbitro pelo túnel, criticando incidentemente a arbitragem. O presidente relatou que pediu que todas as palavras fossem registradas no documento da partida e citou um episódio anterior em que, segundo ele, o Vasco também foi prejudicado.
A delegacia, ao registrar o caso, abriu boletim de ocorrência sobre o episódio. A investigação pode abrir espaço para desdobramentos no STJD, que costuma analisar casos de invasão de área e críticas diretas à arbitragem.
Pedrinho informou que a situação só se agravou quando um policial apareceu com escudo e spray de pimenta, o que, segundo ele, provocou a comoção entre dirigentes e segurança vascaína. O incidente é visto como potencial motivo para novas apurações disciplinares no tribunal desportivo.
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