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Cruzeiro na Libertadores 2026: análise dos adversários do grupo

Cruzeiro integra o Grupo C da Libertadores 2026 com Boca Juniors, Universidad Católica e Barcelona de Guayaquil, grupo considerado equilibrado e decisivo na fase inicial

Bombonera — Foto: Marcelo Endelli/Getty Images
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  • Cruzeiro está na Libertadores de 2026 no Grupo C, enfrentando Boca Juniors, Universidad Católica e Barcelona de Guayaquil.
  • Boca Juniors é cabeça de chave e tem seis títulos da Libertadores; o time joga na Bombonera e tem Claudio Úbeda como treinador (em relação à campanha atual, o time passa por pressão por melhores resultados no Campeonato Argentino).
  • Universidad Católica, do Chile, atua no estádio San Carlos de Apoquindo, com Daniel Garnero no comando; o time está em quarto lugar no Chile, com onze pontos em sete jogos.
  • Barcelona de Guayaquil, do Equador, disputa a Libertadores pela primeira vez contra o Cruzeiro; o técnico é César Farias e o grande destaque é o atacante Dario Benedetto, com três gols na temporada.
  • O Cruzeiro retorna à Libertadores após 2019, buscando equilíbrio no grupo mais disputado entre os concorrentes tradicionais da América do Sul.

O Cruzeiro está de volta à Libertadores e integra o Grupo C, ao lado de Boca Juniors, Universidad Católica e Barcelona de Guayaquil. A estreia da fase de grupos marca o retorno do clube mineiro à competição, pela primeira vez desde 2019. A disputa aponta como equilibrada, com equipes tradicionais da América do Sul. A Raposa busca avançar às fases decisivas.

A organização do grupo reforça o favoritismo relativo do Boca, histórico campeão com seis conquistas. A Universidad Católica aparece como principal adversário chileno, enquanto o Barcelona de Guayaquil representa o desafio equatoriano. A competição terá confrontos diretos e jogos fora de casa, com foco na classificação.

Boca Juniors (Argentina)

O Boca Juniors é o segundo maior vencedor da Libertadores, com seis taças. Na temporada, atua em meio de tabela no Campeonato Argentino e disputa a Copa Argentina, já na fase de 16 avos. Leandro Paredes é o capitão, ao lado de Edinson Cavani, que vem enfrentando lesões. O time é treinado por Claudio Úbeda.

No histórico de confrontos com o Cruzeiro, o Boca venceu a final de 1977 nos pênaltis e eliminou o clube nas oitavas de 2008. Em 2018, acabou eliminado pelo próprio Cruzeiro nas quartas da Sul-Americana. Atualmente, a equipe busca regularidade para reconquistar espaço na Libertadores.

A Bombonera, em Buenos Aires, recebe as partidas como casa do Boca. O palco tem capacidade para 57 mil torcedores e já sediou finais de grandes torneios. O técnico Claudio Úbeda, aos 56 anos, foi mantido após a classificação à Libertadores, ainda sob pressão no campeonato local.

Craque do time é Leandro Paredes, capitão, ao lado de Cavani. O meio-campo formado no Boca se destacou pela liderança em campo, enquanto Cavani tenta manter o ritmo para afastar lesões. A equipe quer reverter fase no campeonato doméstico para embalar na Libertadores.

Universidad Católica (Chile)

Tradicional time chileno, a Católica soma 16 títulos nacionais e já foi vice da Libertadores em 1993. No confronto com o Cruzeiro, o histórico aponta duas vitórias mineiras. O time atua no San Carlos de Apoquindo, estádio remodelado com gramado artificial e capacidade para 20.249 torcedores.

O argentino Daniel Garnero comanda a Católica desde o ano passado, com passagem por equipes paraguaias. Em 2025, o clube se manteve competitivo no bipartido nacional, buscando equilíbrio entre competições locais e internacionais.

Atual momento mostra a Católica em quarto lugar no campeonato chileno, com 11 pontos em sete rodadas. No total, são nove jogos na temporada, com vitórias, empates e derrotas variados. O time busca manter fase sólida para a Libertadores.

Destaque do elenco é o atacante argentino Dario Benedetto, que também é artilheiro da equipe. Benedetto já foi vice da Libertadores com o Boca em 2018 e soma gols importantes ao longo da temporada.

Barcelona de Guayaquil (Equador)

Barcelona é um dos clubes mais tradicionais do Equador, com a maior torcida do país. A equipe já foi vice da Libertadores em 1990 e 1998 e chegou a sete semifinais da competição. Pela primeira vez, o Cruzeiro vai enfrentar o time. O estádio Monumental Isidro Romero Carbo recebe os jogos, com capacidade para 57 mil. A cidade de Guayaquil vive tensões de violência; o estádio fica em uma área marcada por incidentes ligados a crimes organizados.

O treinador é o venezuelano César Farías, com passagem por seleções da região. A equipe soma títulos nacionais em três países e chega à Libertadores após eliminar Argentinos Juniors e Botafogo na fase preliminar, avançando ao grupo. O Monuental sediará jogos decisivos para a equipe na competição.

O atacante argentino Dario Benedetto também aparece como principal destaque do Barcelona, repetindo o papel visto na Católica: artilheiro da equipe na temporada, com três gols. A presença de Benedetto reforça o aspecto ofensivo do time neste estágio da Libertadores.

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