- França marcou dez gols nos dois jogos de oitavas e chegou a 54 gols no ranking de artilharia por país da Liga dos Campeões 2025/26, aproximando-se da líder Inglaterra.
- Inglaterra segue na liderança com 61 gols, um novo recorde, mas a vantagem caiu de 11 para sete gols.
- Brasil ficou em terceiro com 48 gols, 13 atrás da Inglaterra, após quatro gols nas oitavas.
- Destaques individuais: Olise (duplo) e Barcola (duplo) foram as maiorias marcadores franceses; outros seis jogadores produziram um gol cada.
- Contribuições brasileiras nas oitavas vieram de Vini Jr. (duas gols pelo Real Madrid) e Raphinha (dois gols pelo Barcelona).
A artilharia por país na Liga dos Campeões 2025/26 ganhou novo peso após os duelos de ida e volta das oitavas. França passou a somar 54 gols, ficando perto da liderança da Inglaterra, que tem 61. A diferença caiu de 11 para sete tentos.
Os franceses registraram 10 bolas nas redes nas oitavas, tornando-se a melhor nação da fase. A Inglaterra manteve a ponta, com 61 gols, atingindo um recorde. O Brasil ficou em terceiro, com 48 gols no total, 13 abaixo dos ingleses.
Vini Jr. foi destaque para o Brasil, ao marcar duas vezes pelo Real Madrid contra o Manchester City, abrindo caminho para a classificação às quartas. Raphinha teve atuação decisiva pelo Barcelona no 7 a 2 sobre o Newcastle.
A diferença entre França e Inglaterra permanece sob vigilância, pois várias equipes com jogadores brasileiros ainda disputam fases seguintes. O cenário é de aproximação entre os dois países no ranking.
Entre os nomes que contribuíram para as marcas, Olise (França) fez dois gols pelo Bayern de Munique, Barcola (PSG) também anotou duas redes, enquanto Dembelé, Mayulu, Kolo Muani, Ekitiké, Griezmann e Gusto também balançaram as redes.
França e Inglaterra: panorama atual
A França permanece como segunda colocada no ranking histórico, com a liderança da Inglaterra (recorde de gols em uma edição foi superado). A disputa favorece quem atua em clubes com maior poderio ofensivo.
Brasil mantém posição de pódio
Mesmo com a menor produção entre as três, o Brasil altera o ritmo com gols decisivos de jogadores em grandes elencos europeus. A presença de atletas brasileiros segue relevante para o desempenho da seleção.
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