- Miguelito, jogador do Santos, foca em levar a Bolívia pela primeira vez desde 1994, na repescagem que envolve Suriname e Iraque, após a fase contra o México.
- O meia-atacante ressalta o peso da história e afirma representar o país com responsabilidade, aprendendo com ídolos como Neymar, Gabigol, Barreal e Rollheiser.
- Mesmo morando no Brasil há seis anos, ele explica que a altitude de La Paz e El Alto impõe desgaste, mas cita o apoio da família e da torcida como força psicológica.
- Sobre Neymar na Copa do Mundo de 2026, Miguelito afirma que o levaria se fosse treinador, mas diz não discutir o tema com o colega enquanto a Bolívia não se classificar.
- O foco atual é vencer o Suriname, passar pela repescagem e enfrentar o Iraque em final única para confirmar a vaga em 2026.
Miguelito mira uma vaga histórica para a Bolívia e comenta o papel dos ídolos do Santos no seu desenvolvimento. Em entrevista exclusiva ao Joga nas Onze, ele falou sobre o peso da repescagem mundial e a convivência com Neymar e Gabigol no CT Rei Pelé.
O meia-atacante detalha o desafio de levar a Bolívia de volta a uma Copa do Mundo após 32 anos. A última participação foi em 1994, nos EUA. A seleção enfrenta o Suriname e, se vencer, decide com o Iraque pela vaga em 2026.
A rota joga no México, onde a equipe enfrenta o Suriname. Caso vire o primeiro obstáculo, a final única contra o Iraque está prevista para definir o passaporte para a Copa. Miguelito encara esse momento com responsabilidade.
O que está em jogo e quem envolve a história
A repescagem mundial é o foco do jovem destaque boliviano, que já atua no Santos. Ele ressalta a importância do estágio técnico vivido no clube, com treinamentos diários e apoio de grandes nomes do elenco.
Entre os aprendizados, o jogador cita Neymar, Gabigol, Barreal e Rollheiser como referências no dia a dia. A convivência no CT Rei Pelé é apontada como elemento decisivo para o amadurecimento técnico.
Altitude, Brasil e resiliência
Miguelito observa que a vida no Brasil há seis anos moldou sua relação com o ar de alta altitude da Bolívia. Jogar em La Paz ou El Alto exige adaptação física e mental, especialmente para quem nasceu no país.
Ele afirma que a experiência no exterior traz benefícios psicológicos, além do desgaste físico. A família e a torcida boliviana ajudam a manter o foco durante a preparação para as partidas de repescagem.
Foco na missão e planejamento para a repescagem
A prioridade é vencer os dois jogos que restam na fase e alcançar a vaga direta. O meia-atacante afirma que, mesmo diante da pressão, a equipe busca evoluir a cada treino e manter a concentração.
Sobre Neymar, Miguelito diz que levaria o craque caso fosse o treinador, mas evita aprofundar o tema antes da confirmação oficial. A ideia é manter o foco no duelo contra o Suriname.
O que vem a seguir
A Bolívia inicia a caminhada na repescagem mundial diante do Suriname, no México. Em caso de vitória, o adversário seria o Iraque em uma decisão única pela vaga na competição de 2026. Miguelito segue como peça-chave do time boliviano.
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