- Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente do Botafogo, pediu que haja transparência ao falar sobre a situação financeira do clube.
- Ele relembrou o título de 1995, conquistado em meio à crise financeira, destacando a importância de “falar a verdade”.
- A crise atual envolve John Textor em disputa com acionistas da Eagle Football e com o Botafogo Social, com o projeto sob pressão.
- A SAF do Botafogo enfrenta aumento de dívidas e atrasos com o elenco em parcelas de direito de imagem, além de dívidas com outros clubes.
- Há risco de novo transfer ban enquanto as manobras para manter Textor no comando geram mobilização de setores favoráveis a mudanças.
Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente do Botafogo, retornou a 1995 para lembrar uma crise histórica do clube e cobrar transparência sobre a situação atual. Na época, o Glorioso conquistou o título brasileiro mesmo diante de dificuldades financeiras.
Em 1995, Montenegro diz ter visto o clube atravessar sérias adversidades, mas manter a verdade como prioridade. Hoje, ele aponta semelhanças com o cenário de 2026, quando o caixa aparece diante de problemas e ajustes são cobrados pela torcida.
John Textor, principal acionista da Eagle Football, aparece no centro do ajuste de contas envolvendo o Botafogo Social. O empresário enfrenta desentendimentos com outros acionistas, enquanto o clube vê o projeto sob pressão e o Santander teme contestações internas.
Situação financeira do Botafogo
Montenegro aponta que, em termos financeiros, houve um acúmulo de dívidas na SAF de Textor. A gestão enfrenta atrasos com pagamentos de direito de imagem aos jogadores e dívidas com outros clubes por transações recentes.
A expectativa é de que novas manobras sejam anunciadas para manter Textor no comando. Entretanto, membros da administração e acionistas se mobilizam para sustentar posições opostas, em meio a rumores de sanções com relação a transfer ban.
A crise também envolve o Botafogo Social, com divergências internas que ajudam a fragilizar a estrutura do projeto. A situação se mantém em aberto, sem confirmação pública de soluções definitivas.
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