- O Ministério Público de São Paulo pediu o arquivamento da investigação sobre o uso do cartão de crédito do Corinthians pelo ex‑presidente Augusto Melo.
- Documentos analisados indicam que Melo não utilizou o cartão em questão durante seu mandato.
- A apuração teve início em agosto do ano passado, após indícios envolvendo outros dois ex‑presidentes do clube, Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves, que já viraram réus por apropriação indébita.
- O Ministério Público não descarta a hipótese de uso indevido de cartões adicionais do clube, e as apurações sobre esse aspecto seguem em curso.
- Além disso, há investigações em andamento sobre retirada de dinheiro em espécie para pagamento de despesas, com suspeita de notas frias e empresas de fachada para desvio de recursos.
O Ministério Público de São Paulo pediu o arquivamento da investigação sobre o uso do cartão de crédito do Corinthians pelo ex-presidente Augusto Melo. A decisão alvo é a apuração de eventuais irregularidades no uso do meio de pagamento.
A investigação, iniciada em agosto do ano passado, também envolve ex-presidentes Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves, que já respondem pelo crime de apropriação indébita. Documentos analisados apontam que Melo não utilizou o cartão institucional, segundo o MP.
Augusto Melo exerceu a presidência do clube entre janeiro de 2024 e maio de 2025. Mesmo com o parecer pelo arquivamento, o MP não descarta possível uso indevido de cartões adicionais vinculados ao Corinthians, mantendo a apuração em curso.
Prosseguimento das apurações
O Ministério Público não descarta novas diligências para confirmar ou afastar irregularidades com cartões adicionais. A linha de investigação atual segue em aberto, sem conclusão final.
Outras frentes investigativas
Entre as linhas em andamento, o MP apura retiradas de dinheiro em espécie para pagamento de despesas, com suspeita de uso de notas frias e empresas de fachada para desviar recursos do clube.
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