- O meia argentino Lucho Acosta, do Fluminense, revelou que deixou de comer carne há cerca de cinco anos, mantendo a prática durante a temporada.
- A mudança começou entre 2020 e 2021, no Atlas, do México, por orientação médica para evitar a ingestão de clenbuterol.
- Ele responde por aproximadamente onze meses por ano sem carne, usando proteínas alternativas para manter a recuperação.
- O clenbuterol, substância associada a doping e problemas de saúde, já gerou alertas e casos envolvendo atletas, incluindo uma suspensão no futebol mexicano em 2018.
- Acosta diz que, ao retornar à Argentina, às vezes come churrasco, mas mantém o hábito fora do período de competição.
Lucho Acosta, meia argentino do Fluminense, revelou que abriu mão de comer carne há cerca de cinco anos. A decisão começou por orientação médica durante sua passagem pelo Atlas, do México, entre 2020 e 2021.
Segundo o jogador, o hábito vale por aproximadamente 11 meses no ano, ou seja, durante a temporada, para evitar efeitos da clenbuterol. Ele passou a substituir a proteína animal por opções vegetais e outras fontes de proteína.
A medida foi adotada após orientação de nutricionistas e médicos do clube mexicano, com justificativa de manter o condicionamento e a recuperação. Em férias na Argentina, ele admite ceder em parte, chegando a provar churrasco, mas busca evitar.
O clenbuterol, substância associada a alertas em torneios brasileiros e internacionais, pode alterar desempenho, mesmo sem uso intencional. Casos passados incluem fluidamente incidentes em Copas e partidas amistosas, reforçando a cautela na alimentação.
Antes de chegar ao Fluminense, Acosta passou por FC Cincinnati e FC Dallas, nos Estados Unidos. A trajetória dele no México influenciou a adoção da dieta sem carne, que ele mantém na atual rotina profissional.
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