- Botafogo não pagou a segunda parcela do acordo com o Atlanta United pela contratação de Almada, agravando atraso que já ocorreu no saldo da dívida.
- O prazo original para pagamento era 15 de março; houve conversas entre Botafogo, Major League Soccer e Atlanta United, com participação de John Textor, sobre o cenário financeiro do clube.
- Textor costurou um acordo verbal para evitar que o Atlanta United acionasse a Fifa com a transferência pendente.
- A MLS sabe das dificuldades de fluxo de caixa do Botafogo e, mesmo com atraso, o Atlanta United ainda não acionou a Fifa para impor novo transfer ban.
- O acordo de fevereiro previa pagamento de dez milhões de dólares à vista e outras quatro parcelas de cinco milhões de dólares; o valor de multa por atraso é de pouco mais do que o dobro do total, e poderia ser cobrar pela cláusula.
O Botafogo não quitou a segunda parcela do acordo com o Atlanta United pela contratação de Almada, ainda mantendo o transfer ban encerrado em fevereiro. Enquanto isso, a MLS tem ciência dos problemas de fluxo de caixa do clube.
Nos bastidores, há expectativa de que o atraso não gere nova punição direta da Fifa. Em março, o prazo original para pagamento era 15, mas houve conversas entre Botafogo, MLS e Atlanta para ajustar o cronograma.
John Textor participou de parte das tratativas e pediu extensão do prazo. O dono da SAF costurou um acordo verbal para evitar que o clube fosse novamente acionado pela entidade, segundo apuração.
Condições do acordo
O caminho provável prevê pagamento de uma obrigação adicional em atraso com multa, caso acionado. O montante envolve a quitação de uma parcela maior que o valor total da dívida, a ser paga à vista.
Situação financeira e gestão
A negociação ocorreu em meio a divergências administrativas entre o clube social e a SAF, que, conforme relatos, impactam o fluxo de caixa. Textor justifica as dificuldades com esse cenário para evitar novas sanções.
O Atlanta United já pagou parte do acordo firmado em fevereiro, que incluía pagamento inicial de US$ 10 milhões e quatro parcelas de US$ 5 milhões. A entidade não indicou, até o momento, movimentos oficiais para acionar a FIFA.
No clube, dirigentes ressaltam que Textor tem mantido boas reuniões com parceiros e trabalha para o futuro do Botafogo. A direção afirma que ele está otimista e que a área administrativa fica sob sua responsabilidade.
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