- Cafu afirma que o Brasil é um dos favoritos para a Copa do Mundo e diz ser otimista por já ter disputado quatro Mundiais.
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- O ex-capitão pede que o Brasil seja respeitado e acredite no seu potencial, aumentando a confiança de chegar à final.
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- Sobre Neymar, Cafu diz que a decisão de ir à Copa cabe apenas ao jogador.
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- Carlo Ancelotti deve anunciar a lista final em 18 de maio, com a presença de Neymar condicionada à condição física.
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- Cafu enfatiza que o tempo de preparação é curto e que os amistosos contra França e Croácia devem revelar os prováveis titulares.
Cafu, capitão do pentacampeonato, reforçou a posição de o Brasil estar entre os favoritos para a Copa do Mundo. Em entrevista ao ge, o ex-lateral disse que o Brasil pode chegar à final e ser campeão, ressaltando sua confiança após quatro participações em Copas.
O ex-jogador destacou a necessidade de acreditar no potencial da equipe e evitar descrédito após críticas. Para ele, o Brasil tem condições de avançar além das oitavas e lutar pelo título mundial, independentemente das análises externas.
Sobre o futuro de Neymar, Cafu afirmou que a decisão de ir ou não à Copa cabe apenas ao jogador. A afirmação desmente qualquer expectativa externa sobre a escolha, inclusive da comissão técnica ou da imprensa.
Neymar e a convocação
Cafu comentou que a presença de Neymar ainda depende da condição física, conforme avaliação na lista para amistosos contra França e Croácia. O técnico Carlo Ancelotti ainda não fechou a convocação final, prevista para 18 de maio.
O ex-jogador apontou que Neymar faz falta ao time brasileiro e que a escolha deve considerar o tempo curto até o início do torneio. Segundo Cafu, o treinador precisa definir a base titular com antecedência.
Ele ponderou que os próximos amistosos devem esclarecer quem são os titulares no contexto da Copa. Cafu também explicou que o treinador busca repetição de treinamentos para fixar o padrão desejado na Seleção.
A entrevista foi concedida ao Globo Esporte Paraná e destacada pela Rede. Cafu destacou o ritmo de trabalho no comando e a necessidade de o Brasil manter o foco para o Mundial.
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