- O Vasco da Gama pode negociar a SAF em 2026, com Pedrinho, presidente do clube, mantendo conversas sobre o controle com o empresário Marcos Faria Lamacchia.
- Marcos Lamacchia é filho de José Roberto Lamacchia, fundador do Banco Crefisa, e enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras.
- Ele tem 47 anos, formou-se em Administração de Negócios com especializações em Contabilidade e Direito Empresarial pela Universidade de Miami e em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.
- Lamacchia já foi diretor da Crefisa entre 2004 e 2009 e, em 2008, participou da fundação da Blue Star, onde atua como CEO hoje; a empresa tem a mãe Junia entre suas sócias.
- A SAF do Vasco está dividida em 30% do clube associativo, 31% da 777 Partners e 39% em disputa arbitral; para negociar essa porção, é necessária acordo ou decisão judicial favorável ao clube.
O Vasco da Gama pode negociar a venda da sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF) em 2026. Segundo o ge, o presidente Pedrinho está avaliando o controle da SAF com o empresário Marcos Faria Lamacchia. A negociação envolve a participação do enteado de Leila Pereira, atual presidente do Palmeiras.
Marcos Lamacchia, 47 anos, é filho de José Roberto Lamacchia, fundador do Banco Crefisa, e enteado de Leila Pereira. Ele tem formação em Administração de Negócios com ênfase em Contabilidade e Direito Empresarial pela Universidade de Miami, além de especialização em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Entre 2004 e 2009, atuou como diretor da Crefisa.
Em 2008, Lamacchia ajudou a fundar a Blue Star, empresa de consultoria financeira e de investimentos sediada em São Paulo, onde hoje atua como CEO. Uma de suas sócias é a mãe, Junia, que também está envolvida na empresa. Nas redes sociais, o empresário mantém perfil discreto e pouco aparece publicamente.
Estrutura da SAF do Vasco
Atualmente, a SAF do Vasco está distribuída em três parcelas. O clube associativo detém 30% das ações. A fatia de 31% pertence à 777 Partners, que comprou participação em 2022. Os 39% restantes estão em disputa em uma corte arbitral, o que complica qualquer acordo com a SAF.
Para o Cruzmaltino firmar um acordo sobre a fatia em disputa, seria necessária a conclusão de um acordo entre as partes ou uma decisão judicial favorável ao Vasco. Em caso de acordo, o cenário financeiro da SAF poderia mudar conforme as condições negociadas.
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