- Kin Saito, diretora executiva de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol, diz que o tempo de desenvolvimento do futebol masculino é diferente do feminino e que é preciso respeitar esse ritmo.
- Em 2026, o Paulistão Feminino terá transmissões ao vivo pela RECORD NEWS.
- A partir de 2025, o número de clubes do Paulistão foi reduzido de doze para oito; a ideia é abrir mais oportunidades em outros torneios para elevar o nível.
- O Paulistão Feminino de 2026 começa no dia seis de maio, com VAR em todas as partidas e mata-mata extra entre as fases inicial e final.
- Mirassol entra na competição substituindo Realidade Jovem.
A diretora executiva de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol, Kin Saito, concedeu entrevista ao Link News nesta sexta-feira para falar sobre a evolução do futebol feminino no Brasil e as novidades do Paulistão 2026. Ela destacou a necessidade de planejamento e paciência para o crescimento da modalidade, sem perder a qualidade.
De 29 anos, Kin Saito é apontada como uma das grandes revelações da gestão esportiva. Ela coordena o maior estadual da modalidade e confirma que as transmissões seguem pela RECORD NEWS, mantendo o torneio de 2026 com cobertura ao vivo.
A dirigente mencionou a diferença no tempo de desenvolvimento entre o futebol masculino e o feminino, afirmando que isso permite etapas de aprendizado. Ela reforçou o compromisso com a qualidade acima da quantidade de clubes.
Novidades do Paulistão Feminino 2026
A partir de 2025, o Paulistão passa a ter oito clubes, antes eram 12. Kin explicou que a medida visa elevar o nível geral da competição e que há abertura maior em outros torneios para o desenvolvimento das equipes.
O Paulistão 2026 está marcado para iniciar em 6 de maio. Entre as novidades, o uso de VAR em todas as partidas e a implementação de um mata-mata extra entre as fases. Mirassol substituirá Realidade Jovem.
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