- Vinicius Júnior aceitou a camisa número dez contra a França, sob grande expectativa de ser referência técnica do grupo de Carlo Ancelotti.
- O desempenho foi considerado fraco: dezoito perdas de bola, apenas dois dribles, dois arremates (nenhum no gol) e oito passes curtos errados; houve uma impropriedade de iniciativa durante a partida.
- O jogador não participou ativamente da armação nem pressionou a marcação francesa, ficando mais apagado do que o esperado para um atleta do Real Madrid.
- Após a derrota, Vinicius fugiu dos jornalistas na zona mista, atitude vista como decepcionante por quem aguardava liderança dele na seleção.
- A atuação gerou dúvidas sobre o papel dele na equipe brasileira e a expectativa de protagonismo similar ao de Neymar, com Ancelotti precisando entender o contexto do jogador na seleção.
Vinicius Júnior aceitou vestir a camisa 10 contra a França, sob o comando de Carlo Ancelotti. A ocasião era apresentada como uma passagem de bastão, com o técnico italiano apostando no brasileiro como referência técnica do time. O duelo ocorreu ontem, na zona mista, após a derrota da Seleção.
O cenário era de cobrança: Vinicius vinha de reconhecimento internacional pelo Real Madrid. Mesmo com espaço para atuar entre o meio e a ponta esquerda, ele teve atuação abaixo do esperado, diante de Mbappé e da defesa francesa.
Ao final da partida, o camisa 10 fugiu dos jornalistas na zona mista. A reação chamou atenção, pois em vitórias costuma ser figura fácil para perguntas e entrevistas.
Desempenho em campo
Contra a França, Vinicius perdeu a bola 18 vezes e acertou apenas dois dribles. Foram dois arremates, nenhum convertido em gol, além de sofrer três faltas. Forçou pouca jogada ofensiva e não assumiu a liderança normalmente associada ao jogador do Real Madrid.
A atuação gerou críticas pela falta de iniciativa e pela passividade diante da marcação adversária. Mesmo com Raphinha atuando com dores, Vinicius não criou ações que desequilibrassem o jogo. Os números refletem uma performance abaixo do padrão esperado.
Desde a primeira convocação, em 2019, o atleta tem convivido com a expectativa de protagonismo na seleção. Em comparação com o clube, o rendimento com a camisa brasileira tem sido inconsistente, independentemente do eventual respaldo de Neymar.
A imprensa nacional e internacional acompanhou o desenrolar da partida, destacando a diferença entre o desempenho de Vinicius na seleção e no Real Madrid. A tendência de cobrança ocorre mesmo diante de uma geração com potencial técnico reconhecido.
A diretoria e o treinador deverão avaliar o impacto desse episódio na dinâmica coletiva. Resta saber se Vinicius conseguirá, nas próximas partidas, manter a confiança recebida para a camisa 10 e reconquistar a confiança da torcida.
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