- Na sexta-feira, 27, a votação do balanço orçamentário do São Paulo foi decididamente rejeitada pela maioria, com 210 votos contrários, 24 favoráveis e três abstenções.
- A votação ocorreu de forma secreta, após a primeira sessão ter sido cancelada por erros técnicos.
- A reprovação envolve credibilidade do clube junto a marcas e patrocínios, além de apontar saques não justificados de cerca de 7 milhões de reais das contas do clube.
- Conselheiros estudam protocolar representação para excluir Julio Casares, argumentando que a reprovação enfraquece a defesa dele em relação a acusações de gestão temerária.
- O episódio pode abrir caminho para eventual expulsão de Casares, em meio a polêmicas e críticas sobre a gestão no Tricolor.
Na noite de sexta-feira, 27, ocorreu a nova votação do balanço orçamentário do São Paulo. O processo, iniciado após a primeira votação ter sido cancelada por erros técnicos, aconteceu de forma secreta após previsão de abertura. Os números foram novamente reprovados.
A apuração apontou 210 votos contrários ao orçamento, 24 a favor e 3 abstenções. A reprovação atesta a falta de credibilidade do balanço perante parceiros e possíveis patrocinadores, segundo apuração do Lance!.
Entre os motivos apontados está a suposta retirada de cerca de 7 milhões de reais das contas do clube sem justificativa, além de informações referentes ao corporativo que suscitam dúvidas. Esses elementos reacendem críticas à gestão.
Rumo a representações e desdobramentos internos
Conselheiros do São Paulo pretendem protocolar representação para a expulsão de Julio Casares, com base na nova reprovação do balanço. A leitura é que a decisão fragiliza a defesa de Casares diante de acusações de gestão temerária.
O clube deverá publicar o balanço com a indicação de reprovação, o que compromete a credibilidade do documento. Analistas avaliam que o episódio pode reduzir a alavancagem de Casares frente a questionamentos internos.
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