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Copa 2026 estreia novas tecnologias para marcar impedimento e VAR

Novas tecnologias de impedimento semiautomático e árbitro de vídeo aceleram decisões na Copa de 2026, ampliando revisões e transparência aos torcedores

Os monitores do lado do campo ainda seriam usados ​​para suporte de vídeo de futebol no caso de contestação do treinador
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  • A Copa do Mundo de 2026 terá nova arbitragem com impedimento semiautomático e VAR ampliado, usando rastreamento multissensorial, IA e regras da Ifab.
  • O sistema reúne câmeras no estádio e um sensor na bola para mapear posições de jogadores e do toque, com decisões em frações de segundo.
  • Quando há impedimento, o algoritmo gera alertas na cabine de vídeo; árbitros assistentes validam e comunicam ao árbitro principal.
  • Ao fim da checagem, é exibida nos telões e nas transmissões uma animação 3D com o ângulo exato da infração, mantendo a decisão final com o árbitro humano.
  • Mesmo semiauto, o árbitro continua a decidir; o novo VAR busca reduzir paralisações e já mostrou economia de tempo de aproximadamente 31 segundos por checagem nas ligas europeias.

A Copa do Mundo de 2026 estreia tecnologia avançada para arbitragem, com sede conjunta nos Estados Unidos, México e Canadá. O sistema combina rastreamento multissensorial, IA e novas regras de revisão para acelerar decisões de impedimento e reduzir erros, segundo a IFAB.

A novidade envolve o impedimento semiautomático e um novo VAR, conectados por visão computacional e telemetria. O objetivo é oferecer transparência visual aos fãs sem comprometer a fluidez da partida.

O conjunto funciona com câmeras de rastreamento óptico instaladas no estádio e no gramado, que monitoram atletas dezenas de vezes por segundo, mapeando pontos-chave do corpo. A bola carrega um sensor inercial de localização.

Um sensor na bola transmite movimentos em tempo real, permitindo detectar o momento exato do passe ou chute. Dados são enviados para a sala de operação de vídeo para validação rápida.

Na cabine, o software gera alertas e a equipe técnica valida a posição do atacante. Em seguida, o árbitro principal é informado por rádio para decidir com base na checagem.

Ao final da verificação, uma animação tridimensional com ângulos precisos é exibida nos telões e na transmissão, mostrando a infração ou o bloqueio em tempo real, sem atrasos desnecessários.

O sistema continua sendo semiautomático: a decisão final permanece com o árbitro humano. A finalidade é reduzir paradas, especialmente durante lances de escanteio, assegurando maior agilidade e precisão.

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