- Botafogo sofreu derrota por 4 a 1 para o Athletico-PR e segue sem perspectiva de reviravolta no Brasileirão.
- O time permanece na zona de rebaixamento, com seis pontos em sete jogos.
- Fora de campo, a gestão de John Textor gerou demissão de Anselmi, perda de poderes na Eagle e disputa no Tribunal Arbitral, além de investigação da Agência de Fair Play.
- O técnico interino Bellão e a equipe tiveram mudanças na escalação; o jogo começou com o Athletico abrindo o placar, o Botafogo empatando, mas tomando o segundo gol antes do intervalo.
- No segundo tempo, o Athletico manteve o domínio e ampliou com gols adicionais, impedindo qualquer reação do Botafogo.
O Botafogo sofreu uma goleada de 4 a 1 diante do Athletico-PR, na Arena, em jogo válido pelo Brasileirão. A atuação expôs a crise extracampo refletida dentro de campo, com a equipe em zona de rebaixamento e sem perspectiva de reação imediata.
O lance inicial ocorreu aos 3 minutos, com Viveros liberando o ataque em falha da defesa. O Botafogo empatou aos 40, com Edenilson completando jogada de escanteio. No entanto, o Athletico voltou a ficar na frente nos acréscimos do primeiro tempo.
Na segunda etapa, o Athletico ampliou aos 4 minutos, com Esquivel. O Botafogo tentou responder, mas sem competitividade suficiente. Bellão, interino, só realizou mudanças aos 13 minutos, sem mudar o cenário do placar.
O time soma seis pontos em sete jogos e permanece na Z-4. A atuação ofensiva segue abaixo do esperado, e a defesa oscila, gerando desânimo entre torcedores e elenco.
Entre as mudanças fora de campo, o proprietário John Textor teve o comando do futuro do clube questionado. Houve demissão de Anselmi, perda de poderes na Eagle-Bidco, e a definição do destino seria discutida em uma arbitragem, segundo informações do período.
Além disso, a Agência de Fair Play abriu investigação para apurar contratos de empréstimo e a gestão do Botafogo, alinhando-se aos acontecimentos que acompanharam a temporada. Os desdobramentos seguem sem conclusão anunciada.
A equipe escala, no primeiro time, Raul; Vitinho, Bastos, Barboza e Alex Telles; Edenilson, Medina e Montoro; Santi Rodríguez, Matheus Martins e Arthur Cabral. A atuação aponta para necessidade de ajustes técnicos e estruturais.
O Botafogo encara a continuidade da temporada com perguntas sobre o planejamento esportivo, o papel da comissão técnica e a capacidade de conter a instabilidade externa, que permanece como fator determinante para os resultados.
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