- O Corinthians quitou R$ 5,4 milhões ao Shakhtar Donetsk, quitando a dívida do empréstimo de Maycon e evitando novo transfer ban da FIFA.
- A dívida inicial, de R$ 7,8 milhões, incluía multas, taxas e juros de 10% ao ano; o clube usou crédito pela compra de Pedrinho (≈ R$ 2,4 milhões) para abater o saldo restante.
- Com o abatimento, ficou pendiente o repasse de R$ 5,4 milhões aos ucranianos, dentro do prazo de 45 dias definido pela CAS.
- O Corinthians mira manter a autonomia no mercado e evitar sanções que atrapalhem contratações em 2026, foco também no caso Rodrigo Garro.
- O caso Garro envolve cerca de R$ 23,3 milhões ao Talleres, e a diretoria busca negociação para evitar novas punições, enquanto o time se prepara para Brasileirão e Copa do Brasil.
O Corinthians pagou 5,4 milhões de reais ao Shakhtar Donetsk, quitando a dívida pelo empréstimo do volante Maycon, acordado em 2022. O depósito ocorreu dentro do prazo definido pela CAS, evitando novo transfer ban.
A cobrança total do CAS somava 7,8 milhões, incluindo multas, taxas e juros de 10% ao ano desde 2023. O Shakhtar também tinha crédito de cerca de 2,4 milhões com o Corinthians pela venda de Pedrinho, em 2021, usado para abatimento.
O presidente Osmar Stabile utilizou esse crédito para reduzir o montante final, restando apenas o repasse de 5,4 milhões aos ucranianos. A diretoria cumpriu o prazo de 45 dias após a sentença, assegurando a autonomia do futebol no mercado.
Caso Rodrigo Garro
O Corinthians mantém foco no desfecho financeiro com o Talleres, na negociação por Rodrigo Garro, que envolve cerca de 23,3 milhões de reais ao clube argentino. O objetivo é evitar novas sanções que comprometam reforços.
A resolução do Maycon facilita o trabalho do técnico Dorival Júnior, que segue com o elenco pronto para as próximas partidas do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. O clube busca estabilizar as finanças herdadas de gestões anteriores.
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