- John Textor cobra a liberação da segunda parcela de um empréstimo acordado em fevereiro, dependente da assinatura do presidente do clube social, João Paulo Magalhães.
- Em entrevista à ESPN, Textor afirma que não houve quebra de acordo e que o dinheiro circula normalmente entre as gestões do Botafogo.
- O empresário compara a situação com a SAF do Vasco e ressalta que aportes já ocorreram além do exigido pelo acordo.
- Textor acusa membros do clube social de dificultarem a entrada de recursos e de terem bloqueado receitas de transferências estimadas em 34 milhões.
- Ele diz que pretende esclarecer a situação aos demais associados nas próximas semanas e critica a espera de 30 dias para assinatura de documentos.
O empresário John Textor cobrou publicamente o clube social do Botafogo pela liberação da segunda parcela de um empréstimo acordado em fevereiro. A liberação depende da assinatura do presidente do associativo, João Paulo Magalhães.
Textor disse, em entrevista à ESPN, que a comparação com o Vasco não procede e que não houve quebra de acordo. Afirmou ainda que a empresa tem direito de gerir o caixa conforme necessidade de caixa do clube.
O dirigente criticou membros do clube social por dificultarem a entrada de recursos e citou bloqueio de receitas de transferências. Segundo ele, contratos estavam estruturados para manter jogadores por prazo prolongado, o que ele classifica como impeditivo financeiro.
Situação atual
Textor afirmou que a SAF já aportou mais recursos do que o previsto no acordo, antes do prazo. Afirmou que está em conformidade com o acordo e que não houve notificação de descumprimento por parte do clube social.
Ele afirmou que pretende esclarecer a situação aos demais membros do clube social nos próximos dias e que reuniões do conselho devem esclarecer posições. Afirmou ainda que o clube social está dividido entre apoiadores e críticos à gestão.
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