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Flamengo supera R$ 2 bi em receita e reduz dívida para R$ 174 mi

Receita bruta de R$ 2,089 bilhões eleva Flamengo a recorde, com dívida líquida de R$ 174 milhões e R$ 519 milhões em vendas de atletas

Os investimentos do Flamengo na compra de jogadores somaram R$ 636 milhões em 2025; na imagem, o volante Jorginho
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  • Receita bruta de 2,089 bilhões de reais em 2025, ultrapassando pela primeira vez a marca de 2 bilhões.
  • Arrecadação com venda de atletas foi de 519 milhões de reais, maior valor nominal da série histórica.
  • Investimentos em compras de jogadores somaram 636 milhões de reais em 2025, ante 435 milhões em 2024.
  • Dívida operacional líquida caiu para 174 milhões de reais em 2025, ante 344 milhões em 2024.
  • Principais números: receita recorrente de 1,571 bilhão, EBITDA de 616 milhões e superavit de 336 milhões.

O Flamengo ultrapassou a marca de 2 bilhões de reais em receita operacional bruta em 2025, alcançando 2,089 bilhões. O balanço financeiro, divulgado nesta terça-feira (31.mar.2026), aponta resultado impulsionado pelo desempenho esportivo, crescimento das receitas comerciais e o retorno do turismo do estádio Maracanã, além do volume de transferências.

O clube registrou receitas de transferências de atletas no valor de 519 milhões de reais, cifra superior aos 113 milhões de 2024 e aos 334 milhões de 2023. Trata-se do maior montante da série histórica, em termos nominais. Os investimentos em compras de jogadores totalizaram 636 milhões de reais em 2025, ante 435 milhões em 2024.

A dívida operacional líquida caiu de 344 milhões de reais em 2024 para 174 milhões em 2025. O quadro financeiro também traz dados como EBITDA de 616 milhões de reais e superávit de 336 milhões. A receita recorrente ficou em 1,571 bilhão de reais.

Entre os números históricos, o Flamengo mostra evolução da receita ao longo da última década, com 1,4 bilhão em 2024, 1,5 bilhão em 2023 e 1,3 bilhão entre 2022 e 2019. A queda da dívida ocorreu após picos em anos anteriores durante a pandemia, mantendo a tendência de melhora até 2025.

O documento aponta que o aumento das transferências reflete a valorização de atletas formados na base e negociações de direitos econômicos de jogadores profissionais, além da recuperação de receitas de negócios e operações com o estádio.

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