- A Itália ficou fora da Copa do Mundo após perder para a Bósnia nos pênaltis na última terça-feira, dia 31, levando mudanças na Federação Italiana de Futebol.
- O presidente Gabriele Gravina renunciou ao cargo; Buffon também deixou a seleção e passou a ser chefe de delegação.
- Buffon afirmou que apresentar a demissão foi um ato impulsivo e que, com a renúncia de Gravina, sente-se livre para fazer o que considera responsável.
- Buffon é recordista de jogos pela Itália, com 176 partidas entre 1997 e 2018, e foi peça-chave no título da Copa do Mundo de 2006.
- Ele ocupou o posto de chefe de delegação para substituir Gianluca Vialli, falecido em janeiro daquele ano.
A Federação Italiana de Futebol passa por mudanças após a derrota da Itália na repescagem para a Copa do Mundo, disputada contra a Bósnia e Herzegovina, nos pênaltis, na última terça-feira (31). A direção anunciou mudanças na estrutura após a eliminação.
Gianluigi Buffon deixou o cargo de chefe de delegação da seleção italiana. O ex-goleiro histórico chegou ao posto para suceder Gianluca Vialli, falecido em janeiro de 2023, mantendo a Itália sob a perspectiva de reorganização da escolha de delegados.
Antes de pedir demissão, Buffon vinha se preparando para encerrar a carreira em campo ainda neste ano, conforme anúncio feito meses antes. A saída ocorre no contexto da renúncia do presidente Gabriele Gravina, anunciada dias após a derrota que eliminou a Itália da Copa.
Buffon é recordista de jogos pela Azzurra, com mais de 176 partidas entre 1997 e 2018, marcando época na Copa do Mundo de 2006 e nos clubes Parma e Juventus. O movimento na federação amplia a reconstrução da gestão após o torneio.
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