- Gabriele Gravina renunciou ao cargo de presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC) nesta quinta-feira, após a Itália não se classificar para a Copa do Mundo.
- Gravina estava no comando desde 2018 e vinha sendo pressionado pelo governo italiano a deixar o posto.
- A seleção italiana foi eliminada nos playoffs, perdendo nos pênaltis para a Bósnia e Herzegovina.
- A saída marca a ausência italiana no Mundial pelo terceiro torneio consecutivo.
- A Itália não disputa uma Copa desde 2014, no Brasil, e não se classificação nas edições de Rússia e Catar.
O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (2) após a seleção italiana não se classificar para a Copa do Mundo. A medida ocorreu em meio à pressão do governo italiano por mudanças na gestão da entidade.
Gravina estava à frente da FIGC desde 2018 e deixou o cargo após o fracasso da equipe nos playoffs de qualificação. A eliminação aumentou a pressão sobre a gestão da federação.
A Itália foi eliminada nos pênaltis pela Bósnia e Herzegovina na terça-feira, selando a ausência no principal torneio mundial de futebol pela terceira vez consecutiva.
A última participação italiana em Copas do Mundo foi em 2014, no Brasil. Em 2018 (Rússia) e 2022 (Catar), a Azzurra não conseguiu retornar ao Mundial.
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