- Defesa de Gerson afirma que o Flamengo agiu de má-fé e violou direitos trabalhistas ao assinar o distrato que autorizou a transferência para o Zenit, da Rússia, no ano passado.
- Flamengo cobra 42,7 milhões de reais sobre direitos de imagem e move ação na Justiça contra Gerson e a empresa FGM Sports desde o início do ano.
- A defesa de Gerson protocolou a contestação na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, sustentando que o contrato foi extinto pelo cumprimento integral da cláusula 6.2, que previa a indenização desportiva.
- O Zenit fez depósito de 25 milhões de euros (cerca de 160 milhões de reais na época) em 1º de julho de 2025.
- Advogados de Gerson dizem que o Flamengo induziu a assinatura de um documento manuscrito com vícios de consentimento e que o contrato de imagem visava driblar encargos trabalhistas; também apontam suposto descumprimento do pagamento de 6.304.999,92 reais.
O defesa de Gerson, jogador hoje no Cruzeiro, sustenta que o Flamengo agiu de má-fé ao assinar o distrato que permitiu a transferência do meia para o Zenit, da Rússia, no ano passado. A ação foi movida na Justiça no início deste ano, envolvendo ainda a FGM Sports, empresa do pai e empresário do atleta. O Flamengo cobra 42,7 milhões de reais relativos a direitos de imagem.
Segundo a defesa de Gerson, o contrato com o Flamengo foi extinto pelo cumprimento da cláusula indenizatória desportiva. O processo tramita na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, com o Zenit tendo pago a multa rescisória de 25 milhões de euros (cerca de 160 milhões de reais na época) em 1º de julho de 2025.
A parte adversa afirma que o Flamengo induziu Gerson e seu representante a assinarem um documento manuscrito com vícios de consentimento, sob alegação de tratar-se de uma prática comum. A acusação aponta ainda que, entre 15/04/2025 e 03/07/2025, o clube não explorou a imagem do jogador e que houve descumprimento de pagamento de 6,304 milhões de reais.
Pontos-chave do processo
O Lance! solicitou posicionamento do Flamengo, mas não houve retorno até o fechamento desta edição. O processo continua em andamento na Justiça do Rio de Janeiro, com as partes defendendo seus entendimentos sobre direitos de imagem e a validade do distrato.
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