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Dirigente do futebol italiano deixa cargo após eliminação do país na Copa

Gravina renuncia dois dias após derrota na repescagem que eliminou a Itália da Copa; assembleia extraordinária é marcada para 22 de junho para escolher novo presidente

Gabriele Gravina em Milão 1º de dezembro de 2025 REUTERS/Claudia Greco
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  • O presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo na quinta-feira após a Itália não se classificar para a Copa do Mundo.
  • A derrota ocorreu nos pênaltis na repescagem contra a Bósnia e Herzegovina na terça-feira anterior.
  • Gravina estava à frente da Figc desde 2018 e havia sido cobrado pelo governo a renunciar.
  • A federação fará uma assembleia extraordinária em 22 de junho para eleger um novo presidente; Gravina também se ofereceu para ir a um comitê parlamentar em 8 de abril para falar sobre o futebol italiano.
  • A Itália não se classifica para a Copa desde 2014 e, mesmo assim, foi campeã da Eurocopa 2020 (disputada em 2021).

O presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo nesta quinta-feira, 2, após a seleção italiana não se classificar para a Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. A decisão ocorreu dois dias após a derrota nos pênaltis para a Bósnia e Herzegovina na repescagem.

Gravina estava no comando da Figc desde 2018 e foi cobrado pelo governo a deixar o cargo após o revés esportivo. A repescagem terminou com a eliminação da Azurra, interrompendo uma sequência de participações em Copas iniciada em 1958.

A federação marcou uma assembleia extraordinária para 22 de junho, quando será eleito o novo chef. Gravina se ofereceu para esclarecer o estado do futebol italiano perante um comitê parlamentar em 8 de abril, segundo comunicado da Figc.

A seleção italiana não se classificou para a Copa desde 2014, tendo vencido apenas uma partida desde o título europeu de 2006. A Azurra venceu a Eurocopa 2020, disputada em 2021 devido à pandemia, mas não repetiu o desempenho recente em outras competições.

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