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Mozer no Flamengo: jogos, gols e estatísticas

Defensor sólido, Mozer formou o paredão ao lado de Marinho, sustentando a era de ouro do Flamengo com Libertadores, Mundial e títulos nacionais

Conheça a história de Mozer no Flamengo. O zagueiro acumulou 292 jogos, 21 gols e ergueu os troféus da Libertadores e do Mundial de Clubes em 1981. (Flamengo)
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  • Mozer atuou pelo Flamengo de 1980 a 1987, com 292 jogos oficiais disputados pelo clube.
  • Formou dupla de zaga com Marinho, criando uma linha defensiva sólida que permitia aos laterais apoiar o ataque.
  • Conquistou a Libertadores da América e o Mundial Interclubes em 1981, além de três Brasileiros (1980, 1982 e 1983) e dois Cariocas (1981 e 1986).
  • Marcou 21 gols, principalmente em bolas paradas, aproveitando cabeceios e cobranças na área.
  • Em 1987 transferiu-se para a Europa, destacando-se no Benfica e no Olympique de Marseille, mantendo vivo o legado na história do Flamengo.

Mozer foi o pilar defensivo da ére da Gávea que consolidou o Flamengo vitorioso no início dos anos 1980. Sua missão: proteger o ataque de Zico e sustentar o ritmo do time que dominava o futebol brasileiro e mundial.

Revelado na base rubro-negra, o zagueiro virou referência na defesa com altura, força e cabeçada certeira. Junto de Marinho, formou uma dupla sólida que permitia aos laterais Leandro e Júnior avançarem com confiança.

Entre 1980 e 1987, Mozer atuou em 292 jogos oficiais pelo Flamengo, registrando 166 vitórias, 68 empates e 58 derrotas. Carregou a camisa com gols importantes, muitos de bola parada.

Ao longo da era de Ouro, o zagueiro ajudou o clube a conquistar Libertadores e Mundial Interclubes em 1981, além de três títulos brasileiros: 1980, 1982 e 1983. Foi peça-chave na consistência defensiva.

No Rio de Janeiro, Mozer conquistou ainda dois Cariocas, em 1981 e 1986, fortalecendo a liderança do Flamengo no estado. Em lances decisivos, anulava atacantes com posicionamento e firmeza.

A trajetória internacional começou em 1987, quando rumou à Europa. Brilhou com Benfica e Olympique de Marseille, provando técnica e fôlego que o destacavam mundialmente.

Mesmo após deixar o Flamengo, Mozer permanece ligado à história do clube. Seu papel como xerife da defesa é lembrado como base para a construção ofensiva de Zico e de toda a geração de Ouro rubro-negra.

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