- O Fluminense vai protocolar uma representação formal junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) após o empate em um a um com o Coritiba.
- O presidente do clube, Mattheus Montenegro, pretende ir pessoalmente à sede da CBF para oficializar a queixa.
- Na segunda-feira, Montenegro participará de uma reunião semanal de arbitragem para ampliar as críticas à condução da partida.
- O alvo é o árbitro gaúcho Rafael Rodrigo Klein, acusado de falta de critério ao conduzir o jogo no Couto Pereira, com o gol de Serna anulado após revisão do VAR.
- O Fluminense sustenta que a decisão prejudicou a liderança provisória do Brasileirão e provocou a perda de dois pontos, impactando a tabela.
O Fluminense deve protocolar uma representação formal junto à CBF após o empate por 1 a 1 com o Coritiba, neste sábado. O clube contesta a anulação do gol de Serna, ocorrido aos 16 minutos do primeiro tempo.
O presidente Mattheus Montenegro pretende ir pessoalmente à sede da CBF para oficializar a queixa e dar peso político ao movimento. A estratégia se intensifica na reunião semanal de arbitragem marcada para segunda-feira.
A ideia é expor falhas técnicas na condução do confronto, com foco na atuação do árbitro gaúcho Rafael Rodrigo Klein, que comandou a partida realizada no Couto Pereira. O clube aponta falta de critério na decisão.
O lance polêmico e o impacto
No lance decisivo, Maicon desviou de cabeça após cobrança de escanteio pela direita e Serna finalizou com precisão. O VAR pediu revisão e Klein invalidou a jogada, alegando falta de Castillo em Sebastián Gómez no início da ação.
A diretoria entende que a anulação prejudicou o Fluminense na tabela, impedindo que o time assumisse a liderança provisória do Brasileirão, além de afetar a percepção de justiça no campeonato.
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