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Dinizismo no Corinthians: quem sobe e quem desce com o novo treinador

Com o Dinizismo, o Corinthians privilegia criativos e jogadas rápidas, com goleiro participando dos passes curtos; jogadores de posição fixa podem perder espaço

Fernando Diniz defendeu o Corinthians como jogador e agora será técnico — Foto: Divulgação/ Corinthians
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  • Corinthians anunciou Fernando Diniz como novo treinador após a saída de Dorival Júnior, com foco em um estilo ofensivo conhecido como “Dinizismo”.
  • Dinizismo pediu saída de bola curta desde o goleiro; Hugo Souza deve subir para participar da construção, enquanto Felipe Longo disputará a posição.
  • A ideia de saída de bola também envolve zagueiros e volantes se aproximando do goleiro para iniciar jogadas, com atenção para evitar linhas adversárias muito altas.
  • No elenco, Gustavo Henrique é apontado como quem mais se encaixa nessa saída curta; Gabier Pauls e André Ramalho também podem brigar pela titularidade, com João Pedro como opção de reserva.
  • Nas mudanças de posição e mobilidade, Rodrigo Garro é o jogador que mais representa o estilo, com Breno Bidon e André Carrillo ganhando espaço pela técnica e criatividade.

O Corinthians anunciou a contratação de Fernando Diniz como novo treinador, após a saída de Dorival Júnior na segunda-feira, 6 de abril. O clube afirmou que o modelo de jogo ofensivo do técnico, conhecido como Dinizismo, combina com o perfil do elenco.

A diretoria ressaltou que o estilo de liderança de Diniz é mais energético e visa tornar a equipe mais criativa e ofensiva. A queda de desempenho na criação de jogadas foi o principal motivo para a demissão de Dorival, mesmo com dois títulos no currículo.

O Timão entende que o elenco montado no ano anterior se encaixa no Dinizismo, com jogadores criativos e um equilíbrio entre jovens velozes e veteranos com visão de jogo. A aposta é tornar o time mais dinâmico e propositivo.

Dinizismo #1: a saída curta com o goleiro

O treinador quer que o goleiro participe das rápidas saídas com pés desde o início da jogada. Ao jogar curto, o adversário sobe para pressionar, abrindo espaço nas costas da defesa.

Quem sobe e quem desce no Corinthians? Hugo Souza ganha espaço, apesar da desconfiança da torcida sobre os pés. O reserva Felipe Longo terá o desafio de se firmar no modelo e disputar titularidade.

Dinizismo #2: troca curta de passes na defesa

A saída de bola passa a ser feita por zagueiros e volantes que se aproximam do goleiro, para então tocar com os meias. A proposta é criar linhas de passe rápidas e prender a marcação adversária.

Quem se destaca nessa função: Gustavo Henrique seria o principal encaixe. Gabriel Paulista e André Ramalho também têm qualidade na saída, disputando posição entre si, com João Pedro como opção.

Dinizismo #3: trocas de posição e laterais com liberdade

Diniz costuma liberar aos jogadores a movimentação pelo campo, incluindo mudanças de lado. No passado, atletas como Arias e Samuel Xavier já atuavam em zonas diferentes.

Quem pode liderar esse movimento no Corinthians: Rodrigo Garro é visto como o jogador que melhor representa o estilo, caindo para onde a bola está, criando opções de passe e ditando o ritmo. Breno Bidon também deve ganhar espaço, pela técnica. André Carrillo, com experiência, deve atuar quando retornar.

A direção do Timão não informou detalhes sobre um possível time titular, mas indicou que o planejamento envolve adequar o elenco ao novo sistema. A diretoria não divulgou prazos para a estreia oficial de Diniz.

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