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Botafogo vê Ares tratar SAF como balcão de negócios e estranha movimentações

Ares se aproxima do Botafogo Social em meio à disputa de Textor; SAF encara dívida de Lyon de R$ 745 milhões e risco de mudança de controle

John Textor é o dono da SAF do Botafogo (Foto: Vitor Silva/Botafogo)
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  • A SAF do Botafogo vive momento delicado, com contas a pagar e cenário de pressão financeira, enquanto John Textor avança em disputas internas para estabilizar o clube.
  • Ares, fundo credor da Eagle Football na compra do Lyon, vem buscando aproximação com o Botafogo Social e é visto como possível atuante nos desdobramentos.
  • Internamente, cresce o temor de que a Ares trate o Botafogo como “balcão de negócios” para forçar a venda do Lyon e lucrar com o saldo da parceria com a Eagle.
  • O Botafogo reagiu com nova defesa jurídica, incluindo ação para cobrar do Lyon o montante relacionado ao caixa único da Eagle, enquanto Textor mantém resistência.

A SAF do Botafogo vive um momento crítico, com contas a pagar e cenário de aperto financeiro. A guerra nos bastidores envolve disputas entre John Textor e antigos parceiros, em busca de estabilizar a gestão do clube.

Aproximações entre a Ares, fundo credor da Eagle Football na compra do Lyon, foram observadas em meio a esse conflito. Ares tem mantido contato com o Botafogo Social, outro canal de diálogo de Textor, segundo apuração do Lance!.

Internamente, há receio de que a Ares trate o Botafogo como um “balcão de negócios”, com o objetivo de assumir o clube e não quitarem a dívida com o Lyon, de cerca de R$ 745 milhões. A leitura é que a Ares pode ver o Lyon como ativo principal para reduzir essa dívida e pressionar venda futura, fortalecendo a parceria com a Eagle Holdings.

A SAF questiona esse movimento e aponta contradição, pois a Ares não demonstrou interesse anterior em gerir o Botafogo nem enviou executivo ao Nilton Santos para conhecer estrutura, planejamento e momento do clube. Textor, por sua vez, tem adotado resistência e fortalecido a defesa jurídica.

O Botafogo ingressou com ação cobrando o montante devido pelo Lyon, dentro do caixa único da Eagle. A operação visa assegurar recursos usados pelo clube e manter a governança sob a liderança de Textor, diante das pressões internas e externas que vêm sendo reportadas.

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